Cassandra: Realmente. Seu pai devia confiar muito em você, uma criança com uma arma na mão?? É desastre na certa. Joel: Tudo bem, chega de conversa fiada. Chegou o momento.- me ajeitei.- que Deus os abençoe e proteja!.- fiz uma breve reza. Lucas: Ai minha santinha nos proteja.- se levantou ainda tremendo. Todos: Amém...- responderam em uníssono. Entramos dentro do caminhão. O motorista irá parar em frente á boca, onde nós vamos saltar e começar a atirar. Antes de vir, tivemos alguns treinos, sobre diferenciar os nossos alvos de crianças e inocentes. Espero que ninguém faça nada errado. Não quero ter sangue de inocentes nas mãos. Assim que o carro parou minha filha me olhou apreensiva. Eu sabia que ela estava com medo, mas não podemos fraquejar logo agora. Temos que ser fortes. Pelas

