Fiz cara de decepcionado e escutei o barulho da porta abrindo. Por impulso, coloquei minha arma apontada para uma pessoa que iria entrar. Carla : Cassiano ... posso saber porque essa merda tá apontada para mim? .- gritou desesperada. Abaixei minha arma rapidamente indo até ela. Cassi : Ahn, me desculpe, achei que fosse outra pessoa.- Júlia passou correndo entre minhas pernas para abraçar uma cunhada. E eu fiquei parado igual a um dois de pausa. Júlia : Carla ... o maninho disse que ama você.- nesse momento eu quis jogar minha pequena irmãzinha no meio do mato. E quis cavar um buraco para me jogar dentro, e nunca mais sair de lá. Carla estava de olhos arregalados, me encarando, como se esperasse que eu dissesse alguma coisa. Eu tenho que falar? Sorri amarelo e falei em tom zombeteiro:

