Dom — A casa e tudo que tem nela é seu… Até eu. Quando ela escuta isso, arregala os olhos e eu começo a rir... — Fica calma, princesa. Você está segura aqui comigo — Ela me dá um sorrisinho, tímido. — Como eu vim parar aqui? E o que aconteceu? — Você não lembra de nada? — Muito pouco, apenas que estava com Ana e que você colocou a mão na minha cintura e saiu me levando... — Eu devia me sentir ofendido por isso princesa, depois de tudo… — Paro de falar para provocá-la e ela fica corada de vergonha. — Posso tomar um banho? — Claro, como eu já te disse a casa é sua. Eu vou buscar a bolsa dela e ela vai para o banheiro e quando chego para entregar a bolsa, eu bato na porta e percebo que ela se assusta. — Júlia? Sua bolsa está aqui. — Ela abre a porta, enrolada na toalha, pega a bols

