Entramos na cabana. Era simples e humilde, mas aconchegante. Liz seguiu a senhora para a cozinha e eu fiquei parado na sala com o revólver na mão. - Guarde sua arma. Não queremos problemas. - Aquele rapaz falava soltando seu machado ao lado da porta. Obedeci e coloquei o revólver na cintura. - O que aconteceu? Ninguém sai daquela mata. Nunca! - Aquele rapaz relaxava sentando na poltrona e esticando os pés tirando sua bota. - Estamos fugindo de uma máfia inimiga. - Então vocês são envolvidos com a Máfia... Está explicado o revólver de ouro. - Ele olhou minha cintura com o revólver. - Mas não somos ruins... Pelo menos não como a Máfia inimiga. - Como eu posso acreditar nisso? - Ele me confrontou . - Se fôssemos ruins... Você e sua mãe já estariam mortos. Só queremos ir embora segu

