Menina dos meus olhos

823 Words
Jhonny me levou até o estábulo e eu fiquei encantado com um cavalo n***o, ele tinha um porte majestoso forte e robusto e seus pêlos brilhavam. Eu me aproximei mas ele não recuou, passei a mão em seu focinho e ele aceitou facilmente o meu carinho. Seus pêlos eram sedosos e me peguei sorrindo passando a mão na crina lisa e *n***a assim como seus pêlos. - Eu nunca vi um cavalo tão lindo em toda a minha vida. - Respondi suspirando e encantado. - Ele se chama Ângnus. É do seu avô, a raça dele é Friesian, ele veio da Holanda por isso o porte dele é encantador. - Jhonny fazia questão de falar cada detalhe daquele cavalo. O cavalo relinchou sacudindo sua crina e eu recuei rindo e encantado, é claro... O celular de Jhonny tocou e ele atendeu imediatamente. - Sim chefe? - A voz de Jhonny mudava para falar com meu avô, o vi se afastar para falar com ele e eu continuei no estábulo e observei os outros cavalos. Ouvi alguns passos atrás de mim e notei uma mulher jovem com um cabelo amarrado em um r**o de cavalo se aproximando com um balde cheio de rações para os cavalos. Ela me olhou sorrindo e eu dei espaço para ela colocar a ração para Angnus. - Você é novo aqui? Eu nunca te vi antes na fazenda... - Aquela moça perguntava com gentileza enquanto alimentava o cavalo. - Sim. Eu sou novo sim. - Preferi não falar do meu avô. Ela parou o seu trabalho e se virou para mim estendendo a mão. - Prazer! Me chamo Jade. - Eu apertei a mão dela firme e sorri sentindo sua mão macia. - Eu me chamo Gabriel. - Respondi olhando dentro dos olhos dela. Percebi ela corar e desviou o olhar. - Você é de qual patente? - Ela perguntou voltando a trabalhar e meu cérebro congelou O que eu iria falar?! O que diabos é uma patente?!. - Hum... Patente um? - Inventei aquela resposta ridícula e como já era de se esperar ela me encarou rindo com as sobrancelhas juntas. - Patente um?! Isso existe? - Eu cheguei agora e não faço idéia de como funciona essa parada de patente. - Respondi com um sorriso amarelo. - Espere ai... O chefe te entrevistou e aprovou sem te colocar em alguma patente?! Isso não existe Gabriel! - Bom... Acho que ele se esqueceu. - Respondi colocando as mãos no bolso com aquela conversa constrangedora. Ela me encarou com sarcasmo e desacreditada. - Isso ele não esquece! Acho que você que não prestou atenção! Você deve está na patente ouro. Os caras fortes que ficam como segurança... - Então você me acha forte? - Perguntei me aproximando dela e logo ela riu colocando o balde em meu peito evitando minha aproximação. - Vamos me ajude. - Eu ri e a segui segurando o balde. Eu preciso parar de ser galinha! Hoje de manhã eu estava comendo minha professora e agora eu já estava olhando a calça jeans dela e sua b***a era muito linda. Ela seguiu para fora do estábulo e me entregou uma vassoura de varrer grama e pegou o balde de minha mão. - Comece limpando esse espaço! Hoje houve uma ventania e como você pode ver, essa relva está cheias de folhas secas. - Claro... - Respondi constrangido, afinal eu nunca havia varrido uma casa em toda a minha vida. Dirás varrer um quintal enorme como aquele... Mas eu queria impressioná-la. Eu sorri para ela e comecei a varrer todo atrapalhado e aquela vassoura era uma verdadeira *bosta! Agarrava no no chão e eu precisava usar a força para arrancar aquilo do chão com terra e raízes. Ouvi ela gargalhar e voltei a olhar ela ofegante depois de fazer força com aquela vassoura. - Você está fazendo tudo errado! Se continuar assim o Chefe vai te expulsar da fazenda! - Então me ensine, Jade! - Eu estiquei a vassoura para ela. Ela pegou a vassoura se recompondo da risada e varreu a relva lentamente juntando as folhas secas como se aquilo fosse a coisa mais fácil do mundo! Estava anoitecendo e ela parou de varrer e me encarou. - Amanhã ás 17:00 esteja aqui no estábulo para eu te ensinar melhor! Se não estiver ás 17:00 em ponto! Eu irei até o chefe falar que você não presta para nada além de ter músculos. - Combinado. - Depois da minha resposta ela segurou o riso e se afastou. Ela despertou alguma coisa em mim e eu não sabia exatamente o que era! Mas eu estava gostando... Ouvi Jhonny me chamar dentro do estábulo e voltei ao seu encontro. - Seu avô quer te ver agora, vamos. - Jhonny prosseguiu para a casa e claro que eu o segui. Entramos na casa e ele bateu em uma porta, ouvi a voz do meu avô. - Entre Jhonny!
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