Capítulo 04

1909 Words
STEVE me beijou intesamente, seus lábios grossos tomaram meu ar ao enfiar sua língua com a minha em um beijo no qual não adiantava lutar ele girava sua língua na minha, ele me beijava na escuridão do meu quarto assolado com apenas uma das velas ainda acesas feito um fantasma que chegará na madrugada para me usar, pois me recusava a acreditar no que está acontecendo. Apertou os b***s do meu peito enquanto ainda tomava minha boca, o gosto era tão bom como menta e minha fome fazia eu gostar, pensei que tudo isso fosse um delírio, eu queria que acabasse, mas outra parte curiosa não... O que está acontecendo com minha cabeça? Ele me libertou do calor do seu corpo rígido me observando nua, com os cabelos bagunçados e suja com a gosma que ele havia liberado nas minhas coxas e na barriga, deitada na cama, fisicamente destruída, mas não demorou muito tempo até ele me arrastar pra cima dele no seu colo, perto do seu m****o que concedeu muitos feitos e lágrimas. O homem ávido me puxou para mais um beijo longo e com calma, eu tentava não participar, mas ele não desistia e sem que eu me importasse mais me colocou sentada no seu colo. — P-porque está fazendo isso? — declarei em pergunta. — Eu já lhe disse anjo, está vendo como estou? Sua bocetinha causa isso em mim, sua boca, você inteira torna-me um homem insaciável — Eu faço isso? — pergunto com lágrimas caindo dos olhos. A sua coisa já estava dura bem a baixo da minha região de menina mais uma vez, ele me forçava a estar em cima me movendo lentamente. — Sim... Eu sou seu homem essa noite, me diga seu nome hmm — Lola... — respondi engolindo meu próprio choro. — Lola, doce Lolinha, eu estou preparando sua bocetinha virgem para o que vem agora... — O que, não... — Eu vou te fazer mulher, está negando tudo agora, mas vejo que não vai demorar muito pra amar. Você gostou, eu vejo que sim. Neguei e recebi um tapa forte na cara ao ponto de arder, acredito que poderia ter perdido um dente. — Isso é por mentir, malcriada. A verdade é que tudo isso me causava dor, além de estar perdida em coisas novas, em sensações que não sentia. Com as duas mãos ele levantou os meus quadris sem que eu pudesse fazer algo para evitar a não ser gemer em desaprovação. — Tente sentar, brinque com ele. Abaixava algumas vezes seguidas precionando minha entrada no seu m****o, todavia nada acontecia, eu gemia e ele também, o calor no ambiente era tanto que me questionava se estava calor lá fora também. Isso era bom, disso eu sabia...  Lola, seu nome era exatamente como ela, graciosa. A pequena Lola tentava sentar no meu p*u e não conseguia, ela não estava muito à vontade ainda, mas eu estava completamente só de ver a minúscula bocetinha querendo um c*****o tão grande e mesmo deslizando não entrava o suficiente apenas ameaçando o estrago que causaria. Obssecado com seu cheiro, com seu gosto e como me enfeitiça, realmente uma ninfa com a bocetinha quente melando meu p*u e eu seu homem das trevas. Aperto seus punhos rangendo os dentes: — v********a mimada! Odeio garotas choronas, eu vou tirar sua doce pureza toda de uma vez agora até você dizer que está gozando. A deitei na cama ficando por cima dela , apertei seu pescoço beijando a boca viciante, descontrolado no meu desejo, aquele sabor de doce mel que tinha estava mexendo com meus instintos não era possível, ela chorou com mais vontade quando peguei sua coxa e forcei meu c****e no seu hímen, era tão apertada que m*l entrava e tive que ficar forçando em várias tentativas maravilhosas que a lubrificaram com o meu pré-semen vendo seu rostinho de dor enquanto eu tentava incessantemente rasga-la, seu rosto era uma face de assombro delirante. — Me dê essa b****a, ela é minha, me de agora. Bati forte na sua xotinha provocando com os dedos, apertei tão forte seu pescoço que ela se engasgava com o próprio choro. Nos olhávamos com os olhos embriagados. Soltei seu pescoço, ao sentir meu p*u rasgando finalmente a entrada da sua v****a apertadinha, quente e receptora como um depósito de p***a. — Por favor, para, para... dói. Está doendo, há, ah... Forço quase tudo de uma só vez em uma cadência unica que fazia-a amolecer, ela grita, berra e para ajudá-la com a dor beijo-a veementemente enquanto implora para eu parar. Sua b****a quentinha me apertando fazia com que eu aumenta-se a violência que investia dentro dela, apertando-a, usando-a violentamente sem me importar se estava machucando-a. — Você é tão boa nisso oh... eu vou te dar o que você quer, o que você está me pedindo, você vai implorar pra ser fodida pelo meu p*u! — Hmmm ah.... Por favor... O sangue se misturava com o fluido de desejo os lençóis ja estavam sujos, meu p*u lateja dentro fazendo o t***o subir pra cabeça em níveis estratosfericos, nos movimentos de vai e vem enquanto suavamos passei a sugar seus pequenos peitinhos, ela alternava os gemidos em pequenos gritinhos arranhado meus braços para se defender, sentia que Lola estava gozando, molhava todo meu p*u e logo não resisti enchendo aquela rachinha cheia de fogo, com jorros da minha p***a. Sai de dentro dela e ela permaneceu na mesma posição, com as pernas bem abertas, corada e ofegante os olhos baixos e levemente vermelhos giravam para mim, aqueles lidos cabelos estavam bagunçados espalhados na cama, meu sêmen pingava da sua b****a e escorria no lençol da cama e era lindo de se ver completamente fodida.STEVE me beijou intesamente, seus lábios grossos tomaram meu ar ao enfiar sua língua com a minha em um beijo no qual não adiantava lutar ele girava sua língua na minha, ele me beijava na escuridão do meu quarto assolado com apenas uma das velas ainda acesas feito um fantasma que chegará na madrugada para me usar, pois me recusava a acreditar no que está acontecendo. Apertou os b***s do meu peito enquanto ainda tomava minha boca, o gosto era tão bom como menta e minha fome fazia eu gostar, pensei que tudo isso fosse um delírio, eu queria que acabasse, mas outra parte curiosa não... O que está acontecendo com minha cabeça? Ele me libertou do calor do seu corpo rígido me observando nua, com os cabelos bagunçados e suja com a gosma que ele havia liberado nas minhas coxas e na barriga, deitada na cama, fisicamente destruída, mas não demorou muito tempo até ele me arrastar pra cima dele no seu colo, perto do seu m****o que concedeu muitos feitos e lágrimas. O homem ávido me puxou para mais um beijo longo e com calma, eu tentava não participar, mas ele não desistia e sem que eu me importasse mais me colocou sentada no seu colo. — P-porque está fazendo isso? — declarei em pergunta. — Eu já lhe disse anjo, está vendo como estou? Sua bocetinha causa isso em mim, sua boca, você inteira torna-me um homem insaciável — Eu faço isso? — pergunto com lágrimas caindo dos olhos. A sua coisa já estava dura bem a baixo da minha região de menina mais uma vez, ele me forçava a estar em cima me movendo lentamente. — Sim... Eu sou seu homem essa noite, me diga seu nome hmm — Lola... — respondi engolindo meu próprio choro. — Lola, doce Lolinha, eu estou preparando sua bocetinha virgem para o que vem agora... — O que, não... — Eu vou te fazer mulher, está negando tudo agora, mas vejo que não vai demorar muito pra amar. Você gostou, eu vejo que sim. Neguei e recebi um tapa forte na cara ao ponto de arder, acredito que poderia ter perdido um dente. — Isso é por mentir, malcriada. A verdade é que tudo isso me causava dor, além de estar perdida em coisas novas, em sensações que não sentia. Com as duas mãos ele levantou os meus quadris sem que eu pudesse fazer algo para evitar a não ser gemer em desaprovação. — Tente sentar, brinque com ele. Abaixava algumas vezes seguidas precionando minha entrada no seu m****o, todavia nada acontecia, eu gemia e ele também, o calor no ambiente era tanto que me questionava se estava calor lá fora também. Isso era bom, disso eu sabia...  Lola, seu nome era exatamente como ela, graciosa. A pequena Lola tentava sentar no meu p*u e não conseguia, ela não estava muito à vontade ainda, mas eu estava completamente só de ver a minúscula bocetinha querendo um c*****o tão grande e mesmo deslizando não entrava o suficiente apenas ameaçando o estrago que causaria. Obssecado com seu cheiro, com seu gosto e como me enfeitiça, realmente uma ninfa com a bocetinha quente melando meu p*u e eu seu homem das trevas. Aperto seus punhos rangendo os dentes: — v********a mimada! Odeio garotas choronas, eu vou tirar sua doce pureza toda de uma vez agora até você dizer que está gozando. A deitei na cama ficando por cima dela , apertei seu pescoço beijando a boca viciante, descontrolado no meu desejo, aquele sabor de doce mel que tinha estava mexendo com meus instintos não era possível, ela chorou com mais vontade quando peguei sua coxa e forcei meu c****e no seu hímen, era tão apertada que m*l entrava e tive que ficar forçando em várias tentativas maravilhosas que a lubrificaram com o meu pré-semen vendo seu rostinho de dor enquanto eu tentava incessantemente rasga-la, seu rosto era uma face de assombro delirante. — Me dê essa b****a, ela é minha, me de agora. Bati forte na sua xotinha provocando com os dedos, apertei tão forte seu pescoço que ela se engasgava com o próprio choro. Nos olhávamos com os olhos embriagados. Soltei seu pescoço, ao sentir meu p*u rasgando finalmente a entrada da sua v****a apertadinha, quente e receptora como um depósito de p***a. — Por favor, para, para... dói. Está doendo, há, ah... Forço quase tudo de uma só vez em uma cadência unica que fazia-a amolecer, ela grita, berra e para ajudá-la com a dor beijo-a veementemente enquanto implora para eu parar. Sua b****a quentinha me apertando fazia com que eu aumenta-se a violência que investia dentro dela, apertando-a, usando-a violentamente sem me importar se estava machucando-a. — Você é tão boa nisso oh... eu vou te dar o que você quer, o que você está me pedindo, você vai implorar pra ser fodida pelo meu p*u! — Hmmm ah.... Por favor... O sangue se misturava com o fluido de desejo os lençóis ja estavam sujos, meu p*u lateja dentro fazendo o t***o subir pra cabeça em níveis estratosfericos, nos movimentos de vai e vem enquanto suavamos passei a sugar seus pequenos peitinhos, ela alternava os gemidos em pequenos gritinhos arranhado meus braços para se defender, sentia que Lola estava gozando, molhava todo meu p*u e logo não resisti enchendo aquela rachinha cheia de fogo, com jorros da minha p***a. Sai de dentro dela e ela permaneceu na mesma posição, com as pernas bem abertas, corada e ofegante os olhos baixos e levemente vermelhos giravam para mim, aqueles lidos cabelos estavam bagunçados espalhados na cama, meu sêmen pingava da sua b****a e escorria no lençol da cama e era lindo de se ver completamente fodida.
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