QUANDO senti sua masculinidade me invadido, meu corpo todo entrou em combustão, ardendo, em chamas como um fogo infernal para receber o inimigo, ele não descansava nenhum segundo, me usou tanto que quando finalmente parou meu corpo interinho estava dolorido, pensei que iria embora, me deixar livre, mas não fez ele me arrastou para seu colo e acariciou meus cabelos, não estávamos aquecidos com uma lareira ou uma fogueira, mas era como se tivessemos produzido um incêndio de tanto que suava.
Mesmo com a última vela apagada, toda nua em seus braços firmes e úmidos com um cheiro de homem... Me sentia quentinha, mamãe nunca dormiu comigo, não até onde me lembro, nunca achei que as pessoas faziam isso se bem que eu não vi ele dormindo, se dormiu não parecia....
As cenas do que ele fez comigo se repetiam, meu corpo febril queria adoecer de tanta dor e em uma tentativa desesperada de esquecer o sofrimento causado e principalmente graças ao cansaço que me atingia, eu apaguei em um sono profundo nos braços do homem que fez todas aquelas coisas diferentes comigo.

Estava lavando a louça o dia era chuvoso e escuro quando escutei os passos distantes, sem demora a porta rangeu se abrindo e eu vi mamãe com sacolas e vestida em um belo vestido azul, sua beleza era radiante, porém seus olhos estavam possessos de raiva.
— Mamãe!! Você está linda.
Ela sorria.
— Tenho boas notícias, você vai se arrumar vestir as roupas que eu trouxe e ir comigo até a cidade... Sei que está ansiosa, querida.
Meu sorriso alargou-se no rosto!
— A cidade, finalmente, finalmente!!!! É tudo que eu mais quero nessa vida!
Pulava indo em direção as suas sacolas, mas ela colocava atrás de seu corpo afastando-as de mim, mostrando desconfiança e desaprovação no olhar.
— Não tem nada pra me dizer porquinha? — riu, gargalhou sem intervalo.
— Eu, mamãe... Eu não sou...
— Você sabe que quando me irrita, você é uma maldita porquinha safada e mentirosa!!!! E você está mentindo, não ouse tentar esconder esta explícito nesse rosto, você usou tudo que eu te ensinei...
— Não, não é verdade...
Lágrimas e mais lágrimas caiam dos meus olhos e eu acabava contado sem saber de sua reação, mas parecia óbvio que não era algo bom, no entanto minha esperança era que ela poderia me perdoar já que eram fatores que eu não podia fazer nada, ela entenderia.
— Eu deixei um homem entrar aqui, ele estava ferido no lago, ele estava... Ele disse...
— Você acha que eu não sei sua porquinha?!! Por acaso pensa que sou sonsa como você?!! EU SOU SUA MÃE e você è uma porquinha imunda e ingrata, como ousa, como ousa sua...
— Não, não mamãe!!! Não!
Acertou um tapa no meu rosto que cortou meu lábio inferior.
— Você é uma porquinha desgraçada e você vai aprender a lição. — me arrastou pelos cabelos até seu quarto.
Implorava para ela não me bater com um dos seus chicotes de couro ou até mesmo a madeira que me causou uma cicatriz.
— A culpa não é minha...
Ela assoviava dando a volta na cama e pegando uma bacia verde debaixo dela, a bacia fedia com um líquido amarelo espesso com uma camada alaranjada mais abaixo, o líquido parecia ter sido produzido em anos e ela me arrastou pelos cabelos até lá me fazendo bem olhar e quase vomitar so de sentir o odor repugnante.
— Enfie seu rosto nesse penico, eu quero que você beba tudo, depois irei picotar todo o seu cabelo... Enfia!!!
— Não, não... Mãe... Me perdoe.
— Como não, eu fiz especialmente pra você, minha porquinha. — Sua risada era tão alta, maligna, demonstrava-se maravilhada e apavorada.
Sem más ou menos, ela simplesmente empurrou meu rosto dentro do enorme penico com urina e me afagou o máximo que podia dentro dele.

— Para!!! PARA!!! — Acordei gritando e sozinha na minha cama, meu coração estava tão acelerado que queria sair pela boca o pesadelo que tive parecia ser tão real.
Me jogo na cama aliviada de que tudo não passou de um pesadelo terrível, só então percebi que Steve não estava mais aqui comigo, o homem havia indo embora...
Olhei para os lados e atentei meus sentidos não escutando nada a não ser os pássaros lá fora fazendo um belo dia, eu nem percebi quando ele saira.
Me levantei pegando os restos dos meus vestido e minha ursinha Bella, que estava sem um olho.
Fazendo as contas nos dedos, mamãe provavelmente chegaria hoje, e mais do que nunca agora não sabia se ficava feliz ou nervosa.
Escondi os trapos das minhas roupas no cesto, peguei meu vestido amarelo e sem alças, o unico que me restava.
A primeira coisa que fiz foi ir no banheiro de mamãe, sequei qualquer resquício de água na banheira e pedi a Deus que tudo estivesse no devido lugar para ela não desconfiar. Mesmo com esse pesadelo não sei se contaria pra ela.
Ah Lola, ele já deve ter ido embora, está bem longe daqui, sua mãe nunca vai saber da vinda de um homem para cá, lave os lençóis, diga que aconteceu um acidente caso ela ache suas roupas rasgadas... É, isso mesmo.
Abri as janelas, eu não tinha mais comida, podia caçar algumas frutinhas por perto, mas não sei se agradaria Mamãe Olga, então limpei a casa.
Lustrei o chão com uma escova, passei pano em cada mínimo detalhe de sujeira, varri, lavei cada talher e organizei tudo que estava fora de ordem e mesmo fazendo tudo isso eu sentia um aroma de castanhas, um cheiro forte e gostoso de sentir, logo percebi que era de Steve... Logo percebi que estava grudado em mim.
Peguei os lençóis sujos e lavei na beira do lago, parava pra pensar na gosma grossa que ele despejou em mim curiosa, mas contive meus pensamentos a afastá-lo! Ele me machucou! Eu estou livre.
Avistei todos os lados em busca de uma imagem masculina então me desfiz do vestido amarelo deixando meu corpo magro completamente nu e para não me mostrar o suficiente escondi minhas partes com os cabelos e entrei na água fria do lago.
— Uhh que gelado!!
Os pássaros no céu demonstraram um canto como resposta ao meu contato com água, as árvores ao redor eram verdadeiras cúmplices... A melhor coisa que amo fazer é nadar em um clima tão amistoso como de hoje.
Mergulhei e me limpei tentando tirar as sujeiras da pele, quando estava cansada voltei até a margem do lago e olhei para cima, para o lindo céu aberto, esquecendo que meus cabelos ja não cobriam meus s***s e eu não me importei mais com isso.
Ele estava na minha cabeça, o homem, eu esperei tanto para saber como eram e agora eu sabia. Fortes, com desenhos na parte de cima do corpo, pele levemente brozeada olhos diferentes dos meus e de mamãe, e lindos cabelos. Era um homem mais velho e muito c***l. Uma vez, Olga tinha dito que as pessoas não eram todas iguais, mas mesmo que o homem não fosse bom, gostava de como ele era... Gostava de...
— Steve.
— Vejo que ainda não se esqueceu do meu nome, Lolinha...
Só pode ser um pesadelo!!!
— Me largue seu brutamontes, me largue, eu não quero... — Ja era tarde, segurava minha cintura com firmeza por trás e quando me soltei, vi que estava nu com seu m****o exposto outra vez.
— Sua boca diz uma coisa, mas seu corpo claramente quer outra.
— Você está enganado! Não toque mais em mim.
— Eu nunca estou, assim como não vou tirar as mãos de você.
Me apertou pelos cotovelos, era incrível seu tamanho perto de mim. Afastou meus cabelos e eu o deixei, deixei ele me beijar em um segundo que estava embaraçosa com a situação.
Sua boca agora tinha um hálito estranho, encostava na minha cheia de delicadeza, sua coisa estava enrrigessendo, então eu me lembrei do sonho com mamãe e empurrei ele com toda minha força.
— Minha mãe não vai gostar disso assim como eu! Vá embora, você já está bem, já conseguiu o que queria.
— Não, eu não consegui! E CALA SUA BOCA! Você pertence a mim, por isso só abra essa boquinha se for pra receber o que você tem direito.
Me agarrando com brutalidade, aos gritos me empurrando na margem do lago com a mata ele me prendeu nua a sua pele quente sem que eu pudesse me soltar.
— Você não decide nada, eu mando em você garotinha.
— Por favor, pare...
— Eu nunca vou parar... — começou beijando todo meu corpo e se preparando para me usar por mais algumas horas.