Eu ri de forma sapeca, e fui até ele, sentando em seu colo, e roubando o seu copo. — Por que eu continuo me surpreendendo com você? – ele deslizou suas mãos firmes pelas minhas coxas, me vendo virar o seu uísque na minha boca. Eu devolvi o seu copo à mesinha ao lado da garrafa de Bourbon, e me voltei para ele, puxando o seu rosto para mim, tomando a sua boca com vontade. Entre as armas e armadilhas do amor, nós nos afogamos em paixão, pois contra o t***o não existe defesa. Ele apertou seus dedos em minha pele, subindo até a minha virilha, por baixo de meu vestido, onde esfregou o seu indicador nos lábios da minha bocetinha, tocando de leve em meu clitór*s, me deixando sedenta em seus braços. — Cuidado com esse tamanho de vestido, não quero ninguém com os olhos no que é meu... – ele

