Mais uma vez, eu respirei fundo, guardando o celular, e abrindo a porta do carro, saindo pra fora. Eu olhei ao redor, tentando ver a equipe policial, observando entre as árvores e outros prédios abandonados, mas não consegui ver nada além da paisagem comum. Isso era bom, assim Paul não desconfiará de nada. Eu bati a porta do carro com força, com o pretexto de anunciar a minha chegada. E como esperava, um barulho no portão da frente do galpão chamou a minha atenção. Um ruído se fez e então o rosto dele apareceu no meu campo de vista. Ele veio andando até mim de forma despreocupada, com as mãos guardadas nos bolsos da jaqueta que usava. Ele olhou para os lados e para o meu carro, e sorriu, como se tivesse constado que eu estava sozinho, como ele pediu. — Cadê a Elisee? – eu dei dois pass

