Quando a minha ambulância chegou, me informaram que James já havia chegado, e já se encontrava na sala de cirurgia, o que me deixou ainda mais agoniada. Eu fui levada para fazer exames, para saber se o meu bebê estava bem, e parecia que demorava uma eternidade. John ficou comigo à todo o momento, me passando forças e confiança, dizia o quanto eu era forte e capaz, e isso me ajudou muito. Eu queria ser forte pelo o meu filho, era ele quem me dava forças e coragem! E quando eu ouvi os seus batimentos através da ultrassonografia, parecia que eu estava sendo absorvida pela a sua existência. Nunca me senti tão aliviada e em paz, como se uma pequena luz tentasse me salvar daquela escuridão. Nesse segundo, eu encontrei o sentido de tudo aquilo. Eu tinha que estar bem para o meu filho. Preciso

