Ela gemeu manhosa, me sentindo chupar e lamber o seu mel. Eu sorri, puxando ela para a beirada, e logo pincelei a sua entrada, me sentindo duro novamente como nunca. Eu me coloquei dentro dela com força, e ela gemeu surpresa. Eu segurava em suas pernas, mantendo elas abertas, enquanto Elisee me assistia entrar e sair dela intensamente. Eu segurei o seu rosto, mantendo os nossos olhares fixos, e ela me deixava hipnotizado pela a sua expressão safada e anestesiada de prazer. Nós parecíamos dois loucos, loucos de tesã0, de prazer, de agonia, como se a última vez tivesse sido há anos atrás. Nós tínhamos necessidade de um pelo o outro. Éramos incapazes de ficar longe por tanto tempo. Era um desejo doentio e febril, a minha pele queima como se estivesse exposto ao fogo. O barulho das socad

