— Vou dar o meu melhor – eu disse, e ela ficou olhando para mim. — David, fica no pé dela – ela disse. — Pode deixar – ele respondeu, olhando para mim com um sorriso. — E eu não vou deixar você dar para trás, não quando nossas cabeças estão em jogo! – ele adicionou, piscando o olho. — Eu entendi a seriedade da situação... – eu afirmei, e ele assentiu. — Ótimo! Logo estávamos de volta na editora, e saímos do blindado sob um energia tensa e preocupante. Era uma bomba que segurávamos em nossas mãos, levando em consideração todos os detalhes. Martha Johnson subiu apressada para a sua sala, para poder organizar tudo. E David me puxou para a sua sala, para conversarmos à sós. — Fecha a porta – ele disse, assim que passou primeiro do que eu pelo o portal. Eu fechei a porta e olhei para

