Eu sorri para ele, enquanto passava a toalha pelo o meu corpo, me enxugando. Nós seguimos até o closet, pelados. Eu imaginei que ele não queria nada agora, e por isso eu lhe dei as costas, pretendendo escolher alguma camisola para vestir. Mas, nesse mesmo instante, eu senti a sua mão adentrar o meu cabelo, e me puxar de volta para perto dele. Ele colou os nossos corpos e aproximou os nossos rosto, ainda segurando firme nos meus cabelos, olhando no fundo dos meus olhos. — Pra onde você pensa que vai? – ele perguntou, com deboche. Era óbvio que ele estava brincando comigo, fingindo desinteresse. — À quem você quer enganar com esse teatrinho? Nós dois sabemos que você não aguenta ficar sem mim... – eu provoquei, e os seus olhos brilhavam cheios de expectativas, me encarando com atrevim

