— Eu também, gostosa... – ele segurou no meu pescoço, lambendo o meu rosto. Ele meteu mais forte, na minha bund* e na minha bocetinha, vibrando a nossa pele com a intensidade. Eu me contorci em seus braços, esperneando e choramingando, tentando me soltar para me jogar na cama e me deixar ser levada pelo o orgasmo eletrizante, mas ele me manteve presa em seus braços. Eu senti o seu p*u jorrando o seu leite dentro de mim, enquanto ele gemia rouco no meu ouvido, dizendo o quanto estava bom e xingando. Eu tremi com o seu jeito rude e intimidante de g0zar, era tão dominante e único, não é todo cara que f0de desse jeito, e eu fazia questão de aproveitar cada segundo. — Nossa... – eu disse, me vendo livre finalmente, me jogando na cama. Eu tentava recuperar o fôlego, puxando o ar com força,

