— James... – ela sussurrou, sem fôlego. — Hum? – eu fiz. — Alguém pode entrar e nos ver assim... – ela invadiu a minha camisa, e arranhou a minha barriga com as suas unhas. — Eu não ligo, eu sou o chefe, esqueceu? – retruquei, voltando a tomar a sua boca, mas ela me afastou. — Isso não quer dizer que pode fazer qualquer coisa – ela me rebateu, enquanto gemia. — É exatamente o que quer dizer – eu ri, e ela se esquivou de mim, indo para longe. — Elisee... — Aqui não é lugar, e devíamos ir devagar, lembra? – ela disse, enquanto abaixava a sua blusa. Eu bufei, e arrumei as minhas roupas também. — Que tal um jantar hoje à noite? – dei a ideia, e ela me olhou com os olhos estreitos. — Pode ser – deu de ombros. — Em um restaurante? — Não, na minha casa – eu sorri para ela, e ela par

