— No que está pensando? – ele colocou uma mão na minha coxa, me fazendo carinho, enquanto manobrava o carro com a outra. — Na viagem... – suspirei. — Eu ainda me sinto confusa sobre a gente. — Eu também, mas entenda que não estamos fazendo nada de errado – ele apertou os dedos em minha pele. — Uhum – eu acariciei a pele de sua mão com as pontas dos meus dedos. — É que foi tudo muito intenso, e muito rápido... Eu senti o seu olhar em mim nesse momento, me deixando ansiosa. — Olha, podemos ir devagar, se você quiser. Eu só quero passar mais tempo com você, por isso te convidei pra jantar comigo, não me entenda errado... — Tudo bem – eu disse, com um sorriso, e ele retribuiu. As palavras sumiram da minha boca, quando senti e assisti ele entrelaçar os nossos dedos, juntando as nossas

