Ele estava sentado de forma relaxada no sofá de couro, com uma expressão fechada, segurando um copo na ponta dos dedos. Quando ele olhou para mim, eu segurei o riso sapeca em meus lábios, sentindo a frieza de seu olhar subir pelo o meu corpo suado. Ele respirou fundo, bebendo o resto de líquido em seu corpo, e preenchendo ele mais uma vez, ainda com uma expressão fechada. No fundo, ele sabia onde eu estava, então eu não precisava contar. A minha cara devia estar dizendo o suficiente. Eu me sentei calada na ponta do sofá, e ele me olhou estreito, descendo os olhos pelo o meu corpo. — Eu só pedi uma coisa – ele começou dizendo, com um tom de voz grave. Ele estava put0. —, "não saia de perto de mim". — Você não estava aqui... – respondi. — Eu fui até o escritório resolver um assunto imp

