54. Luna

1146 Words

Ele segurou meus pulsos. Não forte o suficiente para machucar, mas o bastante para me fazer sentir o peso dele. — Você tá com ciúmes. — Não tô! — Tá. — Não tô! — Tá, p***a! — Ele gritou. — Tá e eu gosto disso! A gente ficou uns segundos assim, se encarando, os dois respirando pesado. Ele chegou mais perto, colou a boca na minha orelha e falou baixo: — Ela só tava lá porque eu quis provar uma coisa pra mim. — Que coisa? Seu nojento. — falei batendo meus punhos em seu peito. Ele encostou a testa na minha, segurando minhas mãos. — Que eu não sinto mais nada por ninguém além de você. Minha garganta travou. Senti os olhos arderem, mas engoli o choro. — Você é um i****a. — Eu sei. — E um filho da p**a. — Também sei. — E um manipulador. — Isso eu sou mesmo. Ele sorriu de leve e,

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