*** Miguel Irina parece uma criança comendo seus doces favoritos. Devia estar faminta, já que ficou esse tempo de coma, recebendo soro. Miguel, não me olhe assim! – Disse ela, após engolir a batata que mastigara. Irina estava com as bochechas coradas e uma expressão brava. Desculpa! Não foi intencional. – Falei, me sentando na poltrona próxima à maca. Tudo bem. – Disse – Cara, estou tão abismada com o sonho que eu tive... Foi tudo tão real, que fico apreensiva, na dúvida do que virá depois e depois... Sonhos não podem te ferir na vida real. Não se preocupe, são passageiros. – Falei, tentando parecer o mais convincente possível. Até você está começando a duvidar disso, Miguel. – Irina me olhou nos olhos. Ela disse parecendo ter certe

