Teto Narrando Acordei com uma dor de cabeça do Carälho. Aquela latejada que parece que tem alguém batendo tambor dentro do meu crânio. Abri o olho devagar e dei de cara com a Celina largada pelada na minha cama, toda esparramada. Pörra, respirei fundo, sentei na beira da cama e fiquei ali uns segundos tentando lembrar da noite passada inteira, mas tava tudo meio embaçado ainda. Levantei, fui pro banheiro e meti um banho frio pra ver se acordava de vez. A água gelada bateu nas costas e me deu logo um choque de realidade. Fiquei um tempinho ali parado, com a testa encostada no azulejo, só deixando a água cair. Quando saí, me enxuguei rapidão, botei um short e uma regata e vazei do quarto sem nem olhar pra trás. Já era mais de uma da tarde. Mesmo assim, fui na cozinha, passei um café fort

