Pedro senta-se em sua mesa de escritório e passa as mãos no rosto. Precisava achar um jeito de convencer Fernanda a aceitar namorar com ele. Eles vinham ficando faziam cerca de três meses. Ele dormia com ela, e ela já até aceitara ir na casa dele conhecer seus pais. Mas quando falava-se em namoro, ela fugia do assunto. Ele entendia seu trauma. Mas não conseguia mais ver-se sem ela. O cheiro dela, a voz, o abraço, eram seu lar. Ele queria mais que apenas ficar. Queria apresentá-la aos amigos como sua. Levá-la para jantar com seus pais e seus avós. Queria lhe dar um anel de compromisso, assistir séries de conchinha e não precisar perguntar se pode buscá-la no trabalho. Pedro levanta-se e chama seu amigo e colega de trabalho. - Cláudio! - O amigo vem assim que o vê chamando. - Precisa de a

