A noite tava quente, o ar carregado com aquele cheiro de terra molhada e desejo que só uma fazenda no interior pode ter. Valério, o dono dos nossos corações, já tava apagado no quartinho dele, provavelmente sonhando com as galinhas ou sei lá o quê. Enquanto isso, eu e meus três amores — Téo, Doro e Bento — caminhamos pro nosso quarto, o coração batendo tão forte que parecia que ia explodir o peito. Era mais que t***o, era uma conexão que transcendia o tempo, como se eu, vinda de 2025, tivesse sido feita pra viver esse amor bruto e eterno com esses homens de 1900. Quando a porta do quarto se fechou, o mundo lá fora sumiu. Era só a gente, o calor dos corpos, o som da respiração pesada. Doro, com aqueles olhos famintos, veio primeiro, me puxando pela cintura e colando a boca na minha. O be

