Capítulo 7 — Isidóro

1002 Words

Acordei pelas quatro da madruga, como de costume. Ainda escuro, o vento frio soprava por entre as frestas da janela de madeira m*l vedada. O m****o já tava acordado antes de mim, duro que nem tronco de angico. A tal da ereção matinal, que vem sem pedir licença. Não tenho mulher, nunca tive. Tô com trinta e não achei nenhuma pra poder me casar. Quem me olha torto, eu já reviro. Quem tenta conversar muito, eu viro as costas. Alívio era necessário, então fiz o de sempre: punheta rápida, forte. p*u tava latejando e fui rápido mesmo, só pra dar sossego. Gozei no lençol mesmo, depois vi que já tava tudo sujo e pensei: “tenho que lavar essa droga essa semana”. Mas vai ver que só penso, e não faço. Levantei com preguiça nos ossos e fui pôr água pra esquentar no fogão de lenha. Café é sagrado, pr

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