— b****a difícil do c*****o! Merda! — Entrei no elevador resmungando comigo mesmo. Deveria almoçar, mas estava sem fome. Vi a porta se fechando enquanto Angelina olhava, mais uma vez, para aquela maldita lixeira com a rosa dentro. Eu quis sapatear em cima dela, esmagá-la. Mas ao invés de procurar um restaurante, fui parar numa floricultura. — Me dê um buquê de rosas brancas. Bem caprichado. — A florista me olhou estranhando, e eu retribuí com minha cara de quem não dá a mínima pra opinião alheia. — Vinte rosas, senhor? — Assenti. Eu não entendia nada de rosas, nem de flores, nem dessas frescuras que mulher gosta. Quando ela voltou, não achei nada bonito, nada de cinema, sem aquela perfeição de filme romântico. — Coloque mais... umas cinquenta. Mande para... — Ela me deu um cartão e um

