BARAC NARRANDO Olho o medo tomando de todo do corpo da desgraçada e sorrio, era isso que eu queria, eu queria que ela assimilasse o vulgo que ela ouve falar como o demônio, a quem ela fez m*l, isso daria o resultada da vida dela, eu queria isso e estou tendo isso, mas a melhor parte talvez eu não vá conseguir ver. Quando eu a enviar para o marido, eu não vou estar lá para ver a cara dele, mas vou me contentar com o sangue que vou derramar dela, não hoje, não agora, mas em menos de vinte quatro horas isso é certeza. SAMILA- se esta assim é porque ainda gosta de mim, olha mi. _ seguro no cabelo dele e taco seu rosto na parede. BARAC- tu é minha mulher? _ pergunto e ela não responde- TU É MINHA MULHER FILHA DE UMA p**a. _ rosno no ouvido dela. SAMILA- não. _ ela fala chorando com o sangue

