-ooOoo- MICHELANGELO – Entra, mas sem fazer barulho. – Tudo bem – ele disse sussurrando. – O que eu disse Michael? – me virei para ele. – Descul... – ele fez um sinal de ziper na boca. Eu concordei com a cabeça. Olhei na sala de casa e vi que estava vazia. Então fiz sinal para Michael e ele me seguiu. Subi as escadas em silêncio e entrei no meu quarto seguido por Michael que esbarrou no móvel de cabeceira quanto entro derrubando meus quadros e si mesmo. Ele se levantou com um pequeno sorriso e se jogou na minha cama. – Michelangelo filho? – meu pai Maurício perguntou entrando no meu quarto. Só deu tempo de eu empurrar Michael para o outro lado da cama. – Oi pai... – Está com cara de quem vai aprontar. – Tudo bem e você? – Estou bem... – ele disse me olhando desconfiado. – Em q

