Serena hesitou diante da porta, o coração martelando no peito. Respirou fundo antes de bater levemente. Não houve resposta. Tentou novamente, mas o silêncio permaneceu. Engolindo a inquietação, girou a maçaneta e entrou no quarto. O som constante do chuveiro preenchia o espaço, e o vapor escapava pela porta entreaberta do banheiro, criando uma atmosfera quente e abafada.
Ela deu alguns passos, fechando a porta atrás de si. O quarto parecia ainda maior envolto naquele silêncio, o ar carregado com o cheiro amadeirado de Alessandro.
Quando o viu emergir do banheiro, seu coração quase parou. Ele vestia apenas uma toalha baixa em torno dos quadris. Gotas de água deslizavam pelo peito largo e pelo abdômen esculpido, misturando-se à luz suave que invadia o espaço.
Serena sentiu o rosto aquecer instantaneamente. Tentou desviar o olhar, mas ele parecia preso àquela visão.
Alessandro não disse nada, passando por ela com passos firmes, enquanto o cheiro fresco de sabonete e sua presença avassaladora a envolviam. Ele entrou no closet sem sequer olhar para trás.
Respirando fundo para recuperar a compostura, Serena se escondeu no banheiro, fechando a porta com mais força do que pretendia. A água quente escorria pelo seu corpo, mas seus pensamentos estavam longe. Por que ele tinha que ser assim? Tão... devastadoramente perfeito?
Quando terminou o banho, percebeu algo que a fez congelar.
– Minha roupa! – sussurrou para si mesma, frustrada.
Agora não tinha escolha. Enrolou-se em uma toalha branca, prendendo o cabelo em um coque apressado, e entreabriu a porta.
– Alessandro... – chamou, a voz saindo hesitante.
Do outro lado, ele respondeu com um tom preguiçoso, quase irritado:
– O que foi?
– Minha roupa... esqueci no quarto.
Ele fez uma pausa longa antes de dizer, com um toque de diversão:
– Pegue uma blusa minha.
Serena respirou fundo, nervosa. Segurando firmemente a toalha ao corpo, saiu do banheiro. Seus passos eram curtos e cuidadosos, como se pudesse evitar os olhos de Alessandro. Ele, no entanto, já a observava.
Sentado na cama, Alessandro acompanhava cada movimento dela. Seu olhar deslizava pelas curvas expostas, o pescoço delicado, os ombros descobertos. Seu desejo queimava como fogo, despertando cada parte do seu corpo. Ele tentou afastar os pensamentos, mas o calor crescente em suas veias era incontrolável.
Serena entrou no closet apressada, sem olhar para ele. Vestiu uma camisa branca que alcançava a metade de suas coxas e o tecido parecia absorver seu cheiro. Colocou sua calcinha e, quase como um hábito reconfortante, aplicou o hidratante que amava. Por um instante, quis ficar ali, longe daquele olhar que a desarmava.
Quando finalmente saiu, Alessandro estava em pé ao lado da cama, os braços cruzados e o olhar intenso fixo nela. Ela parou no meio do quarto, sentindo-se exposta. A camisa dele a cobria, mas o tecido leve parecia mais revelador do que qualquer outra coisa. Tentou falar, mas sua voz saiu trêmula:
– Eu... posso dormir no sofá?
Sem desviar os olhos dela, Alessandro deu um passo à frente. Sua voz estava rouca, carregada de desejo:
– p***a, Serena... assim fica impossível.
Ele avançava lentamente, e ela recuava instintivamente. Seu olhar era como uma chama, queimando cada pedaço de resistência que Serena ainda tinha.
– Está tão gostosa com a minha blusa – ele murmurou, aproximando-se até estar a centímetros dela. Com um dedo, traçou o contorno de seus lábios.
Serena respirava com dificuldade, como se o ar tivesse ficado mais pesado.
Quando ele ergueu a mão para afastar uma mecha de cabelo do rosto dela, seu toque fez sua pele arrepiar.
– Quero te beijar – ele disse, a voz baixa, quase um sussurro.
Antes que ela pudesse reagir, os lábios dele tomaram os dela. O beijo começou suave, mas rapidamente se tornou intenso, quase faminto. Ele puxou o coque dela, permitindo que os cabelos caíssem pelos ombros. Suas mãos deslizaram por sua cintura enquanto ele a guiava para a cama.
Alessandro deitou sob ela, cada nervo de seu corpo em alerta. Ele se levantou, ficando de pé à frente dela. Seus movimentos eram calculados, cada gesto uma provocação.
Ele tirou a calça, revelando um corpo que parecia esculpido por mãos divinas. Ela não conseguiu desviar os olhos, embora o nervosismo fosse intenso.
Alessandro continuava, tirando a última peça que o cobria. Seu desejo era evidente, sua postura dominadora. Ele segurou o próprio m****o, massageando-o lentamente enquanto a observava com um sorriso de canto.
– p***a, Serena – ele murmurou, a voz baixa e carregada. – Olha pra mim.
Estou louco por você. Vou te tomar de várias formas.
Subindo na cama, ele posicionou-se sobre ela. Serena engoliu em seco, a respiração descompassada.
– Alessandro... eu estou com medo – ela murmurou, a voz fraca.
Ele parou, inclinando-se para beijar seu pescoço enquanto sussurrava:
– Medo de quê?
– De... doer, como antes – confessou, quase inaudível.
Alessandro ergueu o rosto, os olhos escurecidos pelo desejo. Sua voz era um sussurro quente:
– Não vai ser como da primeira vez. Talvez seja um pouco desconfortável no início, mas vai passar. Só relaxe, aí será ainda melhor.
Ele continuou beijando-a, cada toque mais profundo, mais íntimo. Serena sentiu-se sendo consumida, incapaz de resistir ao turbilhão de emoções e desejo que ele provocava nela.
Alessandro tirou a camisa de Serena com uma lentidão calculada, quase provocativa, deixando-a apenas com a calcinha branca de renda. Seus olhos passearam por cada detalhe de seu corpo exposto, e ele respirou fundo, como se precisasse se controlar para não perder o domínio de si mesmo. Seus lábios curvaram-se em um sorriso, e ele murmurou, em um tom baixo e rouco:
– Tão linda...
Serena sentiu o rubor subir por sua pele, o nervosismo se misturando com o calor que a consumia. Quando Alessandro levou a mão até sua i********e, ela arfou suavemente, sentindo o toque firme e ao mesmo tempo delicado dele. Ele afastou a calcinha de lado com uma paciência que a fazia tremer e, ao encontrar a umidade evidente, ele murmurou entre dentes:
– porra... molhadinha pra mim.
Sua voz era carregada de desejo, e ele começou a massagear sua i********e com movimentos lentos, mas intensos. Serena inclinou a cabeça para trás, gemendo baixinho, a respiração cada vez mais descompassada.
Alessandro observava cada reação dela, os olhos cravados em seu rosto, capturando cada expressão de prazer.
Com um movimento ágil, ele terminou de tirar a calcinha, deixando-a completamente exposta. Alessandro respirou fundo novamente, como se precisasse conter a explosão de sensações que o tomavam.
– Gostosa – murmurou, a voz carregada de luxúria. Ele se posicionou sobre ela, as mãos firmes segurando suas coxas.
– Você quer que eu me afunde em você? Diz pra mim... Quer?
Serena assentiu, sua voz presa pela tensão do momento, os olhos brilhando de excitação e nervosismo.
Alessandro piscou para ela antes de penetrá-la lentamente.
– Porra... – ele ofegou, a voz rouca e cheia de intensidade.
– Como você é apertada...
Serena soltou um gemido suave, misturando uma dor inicial com um prazer crescente. Alessandro avançou com paciência controlada, preenchendo-a completamente, enquanto seus olhos nunca deixavam os dela. Ele monitorava cada reação, observando o desconforto desaparecer e dar lugar a algo mais intenso.
Quando percebeu que Serena estava mais confortável, ele começou a se mover, lentamente no início, até sentir que ela respondia com prazer.
Com um sorriso satisfeito, Alessandro acelerou os movimentos, seu ritmo ganhando força e intensidade.
De repente, ele se levantou e virou Serena de costas, sua mão percorrendo a curva de sua cintura.
– Fica de quatro pra mim – murmurou, a voz carregada de desejo. – Confia em mim... você vai gostar.
Serena hesitou por um momento, mas ele foi rápido em guiá-la, posicionando-a com cuidado. Quando ela se ajustou, Alessandro parou por um segundo, admirando a visão à sua frente.
– deliciosa... – murmurou para si mesmo, com os olhos faiscando.
Ele se posicionou atrás dela, suas mãos firmemente segurando seus quadris enquanto a penetrava novamente, dessa vez com mais urgência. O quarto foi tomado pelo som de suas respirações entrecortadas, os gemidos de Serena e o impacto dos corpos se encontrando.
Alessandro inclinou-se sobre ela, apertando sua cintura com força e pressionando-a contra si, o rosto uma máscara de puro prazer. Ele controlava o ritmo com precisão, observando os sinais no corpo dela, sentindo cada vez que ela se aproximava do clímax.
Quando percebeu que serena estava no limite, Alessandro a virou novamente, posicionando-se sobre ela.
Seus movimentos tornaram-se mais profundos e intensos, arrancando gemidos contidos dela. Serena apertou as mãos nas costas dele arranhando levemente sua pele enquanto sentia uma onda incontrolável tomar conta de si.
– Alessandro... – gemeu, o rosto corado.
Ele observava, fascinado por sua expressão vulnerável e entregue, e isso foi o suficiente para levá-lo ao próprio limite. Alessandro deixou-se levar, derramando-se dentro dela enquanto soltava um gemido rouco e abafado, o corpo estremecendo com a intensidade do momento.
Por alguns minutos, ele permaneceu dentro dela, ambos ofegantes, os corpos colados enquanto recuperavam o fôlego.
Alessandro finalmente deitou-se ao lado dela, passando uma mão pelo rosto, como se tentasse processar o que acabara de acontecer.
O silêncio no quarto era quebrado apenas pela respiração irregular de ambos.