SETE- AMEAÇA

962 Words

A atmosfera na mansão de Sete no alto do Turano era de uma calma frágil, como o olho de um furacão. Catarina estava sentada no sofá da sala, com os pés devidamente cuidados e uma xícara de chá entre as mãos, embora seus olhos estivessem distantes. Sete estava parado perto da varanda, observando a movimentação dos reflexos das luzes do morro. — Sete... — Catarina quebrou o silêncio, sua voz suave, mas carregada de uma gratidão profunda. — Obrigada. Por ter deixado a Ayla ficar aqui no hospital, por não ter dado as costas para ela. E por confiar no Tico para cuidar dela. Eu sei o que ela passou e sei que ela se sente segura com ele. Sete virou-se devagar, o rosto impassível, mas o olhar atento. — O Turano não vira as costas para quem sangra por nós, Catarina. E o Tico... bem, ele tomou e

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