Após o café da manhã silencioso, Sete não permitiu que Catarina fizesse o menor esforço. Com a mesma naturalidade bruta com que carregava seu fuzil de guerra, ele a envolveu nos braços e a tirou da banqueta da cozinha. Catarina já não protestava; havia algo naquela força controlada que a fazia sentir, pela primeira vez em anos, que não precisava lutar sozinha. Ele atravessou o corredor segurando ela e a levou para a sala de estar, um ambiente vasto dominado por um sofá de couro legítimo cinza-escuro que parecia abraçar quem nele sentava. Sete a depositou no canto do estofado, ajustando uma almofada atrás de suas costas com um gesto rápido e quase impaciente, como se quisesse esconder que se importava com o conforto dela. — Fica aí. Vou buscar os mapas e o material pra você marcar os pont

