Bati levemente em sua porta, e ele logo abriu. - Que dia, não?! - Sussurrei entrando em seu quarto. Felipe emoldurou meu rosto com as mãos. Seus imensos olhos azuis me fitavam em desespero. - Tem noção que poderia ter morrido? Tem menção do risco que correu? Por Deus, nunca mais faça tamanha tolice. Eu não poderia perdê-la, não suportaria. Vê-lo tão preocupado acendeu em mim uma chama diferente e sem coordenação de meus próprio corpo me aproximei, beijando-o em uma intensidade diferente da que havia sido anteriormente. Em seguida, o encaminhei até sua cama. - É isso o que você quer? - Indagou confuso enquanto me deitava com cautela ali. - Eu só preciso de você por hoje. - Respondi sem pestanejar. Ele sorriu e continuou a me beijar, então pude sentir suas mãos caminharem por todo me

