Quando entrei naquele quarto, não entendi nada! Tinha uma cama hospitalar, uma enfermeira que estava ao lado da cama, acenou pra mim e saiu imediatamente depois que entrei. Fernando estava meio sentado, o braço engessado, sem camisa, nada mais parecia estar ferido! Me aproximei da cama com medo de ser rejeitada, e comecei a chorar lembrando que ele estava naquela situação porque eu abri a porta do carro nele! — Ei, pare agora mesmo! Estou vivo e bem! — Me desculpe, Nando, eu não queria ter feito isso. Tive uma fração de segundo pra pensar entre tentar salvar o Fábio ou você... — Eu sei, minha sereia. Fique calma. Eu tenho que te parabenizar! — Me parabenizar? Pelo que? — Você pensou muito rápido! Abriu a porta do carro, me fez tomar um rola. Mesmo armada, não pensou em me dar um

