Murilo Quando a Virgínia entrou em minha sala, ela estava visivelmente tensa e eu sorri para ela de imediato, para que ela entendesse que era muito bem-vinda ao meu escritório. — Oi, amor. — Eu cumprimentei, me aproximando de onde ela estava, ainda parada próxima a porta de entrada da minha sala. — Oi. — Ela respondeu, confirmando que eu estava certo em acreditar que ela estava nervosa por estar ali. Eu a abracei, dando um beijo breve em seus lábios e a puxando para que sentasse em uma das cadeiras dispostas em frente a minha mesa. — Eu devo dizer que estou muito feliz que tenha vindo até o meu escritório e que é sempre bem-vinda para futuras visitas. Quando já estava sentada em uma das cadeiras, ela juntou as mãos sobre o colo e, ainda parecendo envergonhada, ela apenas sorriu, com

