CAPÍTULO 12

1291 Words

                                               LUCA PASINI Entro no carro e Clara cruza os bracinhos brava comigo. — O que foi? — Mimica cuido eu. E papà bateu nela. Coitadinha. — Bateu e se esfregou na vagabunda. — Irina fala de modo frio. O ciúme mais falso que já vi. — Cala a boca Irina. Se não percebeu, está na frente da minha figlia. Irina olha com desdém para Clara que se encolhe, eu a pego nos braços acolhendo minha bambina. Posso ser perverso, malvado para muitos, contudo, não para a minha pequena bambola. Na verdade, tenho tentado ser um bom papà para ela. O que não tenho tido muito êxito... Já em casa, minha mãe cuida da minha figlia, dou algumas ordens. Mais tarde, depois do sexo com Irina, me pego lembrando na filha da p**a gostosa. As palavras dela sobre não ter um teto

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