đź“– CapĂtulo 100 — Elis narrando O homem que todos admiraram Nunca fui do tipo que julgava alguĂ©m pela primeira impressĂŁo. Como documentarista, aprendi que as pessoas costumam mostrar apenas aquilo que desejam que o mundo veja. Por trás de um sorriso bonito, pode existir alguĂ©m c***l. Por trás de um semblante fechado, pode morar uma alma generosa. Foi exatamente isso que aprendi convivendo com Ricardo. Quando o conheci, todo mundo dizia que ele era frio, perigoso e impossĂvel de se aproximar. Hoje, eu sabia que aquele mesmo homem passava madrugadas inteiras ajudando famĂlias sem permitir que ninguĂ©m soubesse. Talvez por isso eu entendesse a cautela dele. Mesmo assim… Confesso que, naquela manhĂŁ, Augusto Vasconcelos parecia exatamente o tipo de pessoa que qualquer comunidade sonhar

