Antes — Você tem que ter um trabalho que pague o suficiente pra cuidar dela, deve colocar ela numa creche durante o expediente de trabalho, ficar atenta ao calendário médico, as lições escolares, aos recados dos professores, alimentar ela bem e garantir que ela esteja saudável... — a assistente explicou a mim e eu só conseguia balançar a cabeça calada. Quanta coisa pra fazer?! — Enfim. Você tem que ser uma verdadeira mãe pra ela. Entendido? Eu não sei se tô pronta pra isso. — Entendido. — assenti insegura. — Do contrário teremos que levar ela pra adoção. Isso eu não admito. — Não. Ninguém vai levar minha irmã. Eu vou cuidar bem dela. Prometo. — dessa vez eu falei com segurança. — Que bom. — ela fechou a pasta e se levantou. — É isso. Espero que não precisemos nos ver mais. Não

