CH 31

1647 Words

Ela acordou, saiu da cama, se vestiu e deixou a Alcateia no carro. O sol m*l aparecia no horizonte. Era uma hora até a cidade, e ela podia parar para tomar café da manhã no caminho. Se estivesse com fome, claro; ela não sentia fome nenhuma, e nem tinha jantado na noite anterior. O guarda do portão ergueu uma sobrancelha ao vê-la parada no carro àquela hora, no raiar do dia. Ela disse: — Por favor, abra o portão, preciso ir à cidade pegar um celular novo, entre outras coisas. — Nada estará aberto a essa hora — ele respondeu. — Não me importo, abra o portão — ela murmurou, e ele finalmente assentiu, e o portão se abriu. Uma parte dela se perguntou se ele ao menos sabia quem ela era. Ela não o reconhecia, então era improvável, embora, se ele a cheirasse, sentiria o cheiro do veneno de Jace

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