Ela deixou o hospital da Alcateia somente após Carlos remover os pontos de suas mãos e pés e liberá-la. Ele a olhou diretamente enquanto removia o último ponto. — Agora, Nora, chega de andar sobre vidro. Não quero você aqui ferida assim nunca mais, está bem? Ela apenas assentiu e saiu da cama. — Vou tentar ao menos me comportar como esperado — afirmou. — Não foi isso que quis dizer. — ele suspirou. — Só estou dizendo que não gosto de remendar ninguém, é só isso. — Entendi. — ela assentiu. — É improvável que aconteça novamente. Tenho exames na próxima semana, depois os resultados finais, e o planejamento para o terceiro ano do meu curso depois disso. Estarei muito ocupada com estudos e preparações. — Sabe, há outras coisas para fazer além de estudar por aqui. — ele disse. — Talvez você

