Laila estava radiante com a notícia da gravidez de Juliana. Tudo bem, parecia ridículo, ela tão nova, cheia de problemas, tantas coisas que deveria resolver, faculdade em andamento e dava esse mole. Mas tirando todos os problemas, Laila via uma luz na vida da amiga. Sabia que com a chegada do bebê, Juliana nunca mais ficaria tão sozinha, caso alguma coisa acontecesse com o relacionamento dela e Alejandro.
Estava no escritório trabalhando até mais tarde. Perdeu aula naquele dia, mas tinhas umas coisas que precisava resolver, quando Leandro entrou, nervoso. Ele também tinha o hábito de trabalhar até bem mais tarde, estava sobrecarregado com algumas ausências de Alejandro e com o desenvolvimento do projeto. Laila percebeu que ele estava muito quieto, e ficou admirando suas mãos enquanto digitava.
Ficou tão entretida imaginando aqueles longos dedos entrando em lugares que ela sequer podia cogitar, que não percebeu que as mãos dele pararam e ele a observava enquanto ela mordia o lábio com a fertilidade de sua imaginação.
Leandro ficou olhando pra ela e acompanhou seu olhar. Suas mãos! Era para suas mãos que Laila estava fazendo aquela cara de safada? Ele ficou nervoso. Tinha dias trabalhando com ela e estava realmente encantado. Laila era bonita, inteligente, prática. Tinha um senso de cuidado com Juliana que o deixava muito feliz, e também uma voz naturalmente sedutora. Cada vez que aquela menina abria a boca, Leandro sentia uma fisgada no p*u, que não queria e não devia sentir.
Ela já tinha colocado limites entre os dois e não era nada legal tentar ultrapassar. Não só pq trabalhavam juntos por um bem maior, mas ela era como uma espécie de cunhada do chefe. E depois de beijar a mulher dele e cair na lista n***a, não gostaria de arrumar outra confusão com Alejandro.
Mas naquele momento, via Laila olhando pra ele com lascívia. Ele já tinha se envolvido com mulheres demais para saber que ela o desejava! Só não imaginava que os delírios dela corriam soltos com suas mãos, mas a flagrou olhando hipnotizada pra elas.
Considerou por um momento. Já era quase oito horas da noite, o prédio estava as moscas, se ele a agarrasse ali, ninguém iria ver! Mesmo assim, a porta estava fechada e nem Alejandro se atrevia entrar sem bater! Tinha preservativos na nécessaire dentro da gaveta? Sim, nunca ia pra lugar nenhum sem sua escova de dentes, desodorante, lenço umedecido e preservativos! Estava bem, poderia tentar.
Quando estava se preparando para uma investida, algo lhe passou pela cabeça: sim, poderia tentar! Mas deveria? Laila não era as secretárias que ele pegava no escritório com quem passaria uma noite e depois nem se lembraria o nome delas. Laila era de uma família rica e poderosa, e mesmo assim, como Juliana, tinha humildade e caráter. Era estudiosa, esforçada e aprendia muito rápido. Ele gostou bastante de trabalhar com ela, mesmo ela não sendo programadora.
E Leandro não conseguia decidir se seria boa idéia estragar tudo isso por uma aventura. E sim, seria apena mais uma aventura. Leandro chegou a cogitar em assumir Juliana e um compromisso com ela seria legal, mas ela o cortou logo de início, contando que era casada com o chefe e que eles tinham problemas. Depois disso, Leandro percebeu que eles eram totalmente apaixonados, fechados numa relação só deles e que seria impossível tentar transpor. E decidiu que se não fosse pra ter algo assim, nem queria se envolver com ninguém!
Então decidiu que não ia investir naquela loirinha que estava lhe provocando com aquela cara de safada, mas não conseguiu evitar uma ereção monstro e sem perceber, levou a mão pra ajustar a erëção dentro das calças.
Laila estava observando as mãos dele, e quando o viu a levando entre as pernas, salivou. Nossa! Nunca tinha saído com um n***o, mas o volume que viu ali, meio escondido, a fez ter curiosidade de saber o que mais poderia encontrar. Caminhou até ele devagar, olhando em seus olhos.
Quando Leandro a viu se aproximando, afastou a cadeira e ficou a esperando. Nenhum dos dois queria mais resistir e os dois estavam decididos a ter uma f**a fantástica e nada mais, pra não atrapalhar o bom andamento do trabalho dos dois...
Mas quando se agarraram naquele momento e suas bocas de encontraram, ambos perceberam que não seria fácil se separar. O beijo foi quente, sedutor, Leandro a puxava cada vez mais perto dele e sim, Laila achou que logo os dois se fundiram.
Tentou se lembrar de onde estavam e ter um pouco de juízo. Leandro entendeu e só perguntou:
_ Seu apartamento ou o meu?
Laila deu de ombros e ele a levou para seu apartamento.Mesmo que os escritórios estivessem vazios, saíram os dois alinhados na maior discrição.
Não falaram nada enquanto ele dirigia para o próprio apartamento, que era relativamente perto. Mas se olhavam e se comiam com os olhos.
Quando entraram, Laila ainda pensou que deveria se portar como a visita bem educada, deu uma olhada na sala, mas Leandro não lhe deu tempo dessas amenidades.
Depois que fechou a porta, a abraçou por trás e depositou um beijo molhado e demorado em seu pescoço, enquanto sua mão apertava a cintura dela. Laila se virou e o beijou, e ele a levantou, ela entrelaçou as pernas na cintura dele e ele a segurou pelo bumbum enquanto levava para o quarto. Ele a jogou na cama, mas Laila não gostava de ser passiva e estava salivando por aquele volume que ele demonstrava com sua erëção.
Com pressa e sofreguidão, liberou o membrö e rapidamente o abocanhou, não conseguindo evitar um gemido. p**a que pariu, que päu gostoso! Foi até onde conseguiu e ajudou com as mãos, logo as veias estavam saltando e a cabeça rosa pulsando para ela. Leandro tinha enrolado os cabelos dela nas mãos pra não atrapalhar a visão daquela boquinha linda fazendo biquinho pro päu dele, mas soltou quando ela parou de o chupar e fez uma cara bem safada pra ele. Tentou beija-la e ela correu, ficando de costas pra ele, que rapidamente tirou sua calça pantalona e sua calcinha, tudo enrolado junto e sem cerimônia, abriu o preservativo com os dentes e rapidamente desenrolou por sua extensão e a penetrou.
E tanto Leandro quando Laila descobriram que ali era seu lugar e ia ser muito difícil parar de fazer aquilo...