Juliana passou em frente ao endereço que lhe deram, e achou melhor dar a volta e colocar seu carro em um estacionamento pelo qual passou um quarteirão atrás. Não era esnobe, mas prudente. Pessoas que tinham carros como o dela, apesar de não muito luxuoso, não frequentavam aquele lugar. Aliás, mesmo no estacionamento, não achava que ele estivesse muito seguro e seria possível que devesse pedir para irem buscá-la! Quando entrou na lanchonete de aparência duvidosa, não viu Juliete a vista. Sabia que teria que consumir e apenas perguntar causaria desconforto e até uma situação catastrófica. Sentou em uma mesa mais afastada da porta e aguardou, até que viu o rapaz atrás do balcão gritar: — Juliete, cliente! Juliete saiu correndo de uma porta com cortina, limpando as mãos em um avental, de t

