Desire

4294 Words
Minha vida mudou muito de uns tempos pra cá, em um dia eu era só um adolescente que tinha um “relacionamento aberto” com dois caras e no outro descobri uma coisa que mudaria essa história para sempre... Mas de qualquer forma agora os dois são meus namorados, com rótulos, ciúmes e tudo mais que um relacionamento tem, mas vou começar do começo para que possa entender. ₢₢₢₢₢₢ Eu agarrava a cintura de Luhan com força, estávamos no banheiro do terceiro andar, depois da aula. Os beijos estavam quentes, não demorou para que entrássemos em uma das cabines apertadas do banheiro e começássemos a tirar a roupa. - Sehun que marca é essa? – disse Luhan ao passar o dedo na mancha roxa que eu tinha na clavícula. - Não sei. – tentei beijar o loiro novamente, mas o mesmo me impediu saindo da cabine e se escorando na pia. - Isso é marca de chupão. Eu não sou i****a! – tá bom, talvez nesse meu relacionamento eles não soubessem um sobre o outro.  Suspirei massageando as têmporas. - Foi você mesmo que disse que não queria um relacionamento sério. - E aí tu transa com outras pessoas? - Foi só umas duas vezes. – mentira... Foi beeem mais... Mas enfim... - Quem é ele? - Um colega de serviço meu. - Quero nomes, Sehun. - Isso importa mesmo? Deixa isso de lado e vamos voltar de onde paremos. – tentei agarra-lo mais uma vez. - Não tô afim! Vai trabalhar e se aliviar com teu coleguinha de trabalho, vai. Luhan saiu do banheiro batendo a porta com força. Eu não tinha culpa do meu colega de trabalho ser gostoso, Luhan sempre disse que não queria um relacionamento, era só uns bons amassos e sexo. “Aish! Ele não pode ficar assim!” ***** O dia na loja de brinquedos em que eu trabalhava tinha sido extremamente cansativo. Estava chegando perto do natal, às lojas ficavam cada vez mais lotadas de pessoas querendo comprar presentes para fingir que se importam com outras. - Sehun, pode ficar até mais tarde para ajudar Yifan com o estoque? – perguntou meu gerente. - Mas eu já fiquei essa semana. - Sim, eu sei, mas é o único funcionário que eu confio, além de Yifan, que vá deixar as coisas em ordem depois que eu sair. “Ah, se ele soubesse o que realmente fazemos naquele estoque.” - Tudo bem. - Ótimo, não esqueça de trancar tudo quando saírem. - Ok. Assim que meu gerente saiu da loja, virando a placa deixando um “fechado” para o lado de fora, fui para o estoque, Yifan ainda não estava lá, então comecei a contar os brinquedos e colocar nas prateleiras, sozinho. Já tinha ajeitado umas quatro remessas quando senti Yifan me abraçar por trás e começar a beijar meu pescoço. - Hunnie... Vamos fazer algo melhor que arrumar essas caixas, uh?! Eu sei que você quer... – ele começou a roçar seu m****o semiereto na minha b***a, suas mãos apertaram ainda mais minha cintura, seus lábios passavam em meu pescoço me deixando todo arrepiado. Ele lambeu a curva da minha orelha e mordeu meu lóbulo. - Me-melhor não... Eu disse pra não deixar marcas, se hoje não tive uma transa... A culpa é tua. - Ele não é seu namorado não pode exigir nada e pode t*****r comigo, tô quase implorando aqui. – tá Yifan sabia que eu me relacionava com outro cara e sabia que era da minha escola, mas nada além disso. Ele era mais velho que eu, tipo uns oito anos, nunca se importou com os meus “relacionamentos”, ele só se importava com o sexo. - Sabe que com ele é diferente. - Só por que ele dá pra você? Ah Hunnie, eu sei que você gosta quando eu meto rápido e forte, você geme como uma v***a rebolando gostoso pra mim. – ele sussurrava com aquela voz rouca no meu ouvido. Suas mãos invadiram a minha blusa, tocando e arranhando a pele do meu abdômen, brincando com meus m*****s. - Desgraçado... não ver desistir né?! - De ter você cavalgando no meu p*u? Nunca! Sua mão adentrou minha calça e começou a masturbar meu m****o enquanto o seu era cada vez mais prensado e roçado na minha b***a. Com Yifan era sempre assim, só sexo. Ele queria se aliviar e eu também, era quase irresistível aquele contado, ele me fazia gemer só de respirar perto de mim. Apoiei minhas mãos na estante empinando a minha b***a, deixando-a ainda mais colada ao seu m****o. Ele tirou meu pênis para fora da calça larga e começou a masturbar ainda mais rápido, me fazendo gemer desesperado querendo mais contato. - Pensei que não queria... - Tu não ia parar de encher o saco de qualquer forma... Mete logo... – falei me esfregando ainda mais em si. Ele abaixou as minha calça junto com a boxer e depois a sua. Yifan ficava passando o seu m****o em minha entrada sem penetrar, me deixando agoniado pela vontade de tê-lo dentro de mim. - Vai logo... – disse manhoso. - Implora pelo meu p*u vai... Diz o quanto quer que eu meta fundo em você! – sussurrou mais uma vez. - Yifan... Me fode... Fode gostoso vai... – disse praticamente gemendo enquanto esfregava a minha b***a nele, incitando-o a me penetrar. Yifan deu um tapa forte em minha b***a e logo depois pude sentir seu m****o começar a me penetrar, sem preparação, sem lubrificante. Era sempre assim... Um pouco dolorido, devo admitir, mas eu gostava, gostava muito. Mesmo sendo aquela coisa seca que parecia não ter sentimento nenhum. Eu demorei um tempo a perceber que ele era o tipo de pessoa que não demonstrava o que sentia... E depois de muito eu já nem me importava mais com esse seu jeito. Quando ele estava completamente dentro de mim deu um tempo para que me acostumasse com o volume – que não era pequeno. Quando me senti mais confortável rebolei para que ele começasse a se movimentar. E ele começou forte e rápido. Ele segurava a minha cintura com possessão investindo cada vez mais rápido. - Aaaah... Aí... Aaahn – gemi alto quando ele alcançou a minha próstata. - Eu disse que te queria cavalgando no meu p*u. Ele saiu de dentro de mim e sentou-se em uma cadeira que ficava ali, eu logo fui até ele e me sentei em seu... Pau... Com gosto. Começando a cavalgar rápido. Meus braços estavam envoltos em seu pescoço e nossas testas coladas, misturando os gemidos e as gotas de suor. Suas mãos apertavam minha b***a e me ajudavam a subir e descer. O barulho de peles se chocando era alto e o cheiro de sexo invadia todo aquele cômodo apertado e quente, que parecia ainda mais quente com todo aquele ato. - Sehun-aah... Rebola mais rápido... Eu to quase... Hmm Minhas coxas já estavam doendo pelos movimentos repetitivos, mesmo assim, acelerei os movimentos quicando mais rápido. - Aaahn... Aaaah... Assim... – gemia, ele acertava minha próstata repetidas vezes. Nesse ritmo não demorou para que eu gozasse entre nossos abdomens e ele dentro de mim.  Eu continuei me movimentando por um tempo para prolongar nossa sensação de orgasmo. Quando recuperei um pouco o fôlego o beijei, um beijo intenso, ele sugava meu lábio inferior e me apertava mais contra seu corpo, com uma mão em minha nuca e outra em minha cintura, enquanto as minhas continuavam envoltas em seu pescoço. Quando separamos o beijo ele se retirou de dentro de mim, me fazendo sentir vazio por um tempo. - Eu já tava quase ficando e******o de novo, podia ter deixado dentro de mim. - Bem que eu gostaria, mas temos que arrumar o estoque. - Temos nada, você tem. Eu já fiz metade do trabalho. Vou me limpar e ir embora. Selei nossos lábios e uma última vez e fui para o banheiro. ... Mesmo tendo deixado Yifan arrumando o resto dos brinquedos sozinho eu ainda cheguei tarde em casa. Comi alguma coisa e tomei um banho rápido, no dia seguinte teria aula logo cedo. **** - Sehun... Acorda. – dizia Luhan me cutucando. Eu estava com a cabaça baixa na classe, tentando dormir. – Essa matéria é de revisão pra prova. Não pode perder. O que ficou fazendo pra ter tanto sono. – falava aos sussurros para o professor não nos ouvir. - Arrumei o estoque ontem e acabei chegando tarde. - De novo? Tu foi realmente arrumar o estoque ou fazer outras coisas lá? - O que importa? - Não acredito que transou com ele de novo. – ele me olhou com a boca aberta e expirou forte, sua boca não se decidia entre a expressão de surpresa ou um meio sorriso irônico. - Eu tava frustrado. Tu me deixou sozinho e e******o ontem. - Olha Sehun... - Os dois... Pra fora da minha sala, se não querem prestar atenção na aula não tem que ficar aqui. Saímos da sala de cabeça baixa e fomos para a biblioteca. Fomos para uma parte mais afastada e que estava sempre vazia essa hora, não queríamos ser expulsos dali também. - Olha Sehun, a gente precisa conversar... Pode ir lá em casa hoje à tarde? Depois do serviço? Tipo... Dormir lá? - Tem certeza? Nunca me deixou conhecer a tua casa. - Minha mãe não vai estar e meu irmão sempre chega tarde, ele sabe que eu... Ele não vai se importar e nem contar pra mamãe. - Tudo bem, como eu tenho feito hora extra, vejo se consigo sair às 17h00.  - Tá. Te espero às 18h00. ***** - Sehunnie... Fica comigo até mais tarde pra arrumar as prateleiras novas. – ele me olhou com aquele sorriso malicioso. Ele queria tudo, menos arrumar prateleiras depois do expediente. - Não posso, disse que passaria na casa de um colega hoje. Já até falei com o senhor Lee para que eu saísse mais cedo. - O que vai fazer na casa desse “colega”? - fez aspas com os dedos. - Espero que muita coisa. – sorri de lado. - Safado! - Muito santo que tu é! Enfim... Tenho que ir, não quero me atrasar para a conversa que vou ter com meu “colega”. – imitei o seu gesto anterior. - Não vai me dar nem um beijinho antes de ir? - Tá ficando chato hein?! – o empurrei para o meio das estantes onde não poderiam nos ver. O beijei com vontade, afinal eu gostava de Wu Yifan e seu jeito sedutor, gosta do seu jeito frio e da sua pegada, gostava dos seus beijos, o sexo e seus surtos de carência. Mas eu também gostava do meu colega de classe ciumento, fofo, carente e sorridente. Era algo difícil. Eu nunca conseguiria ser fiel a um deles, pois eu precisava dos dois. Sentia as mãos de Yifan avançarem até minhas nádegas e apertar com força me fazendo arfar entre o beijo. - Já ta bom né?! Se nos pegarem aqui estamos no olho da rua. - Amanhã vai ficar comigo, não vai? – quase pude ver seus lábios formarem um bico. - A gente tem que parar de t*****r no estoque. O que acha da gente ir pra um motel ou a sua casa... Qualquer lugar tenha uma cama. Eu fico dolorido de t*****r ali. - Tudo bem, a gente vai num motel amanhã então. - Tá. – sorri e selei nossos lábios mais uma vez antes de sair. ***** Cheguei à casa de Luhan faltando cinco minutos para o combinado. Toquei a campainha e fiquei um tempo esperando Luhan abrir a porta. Estava frio do lado de fora, em pouco tempo começaria a nevar. Luhan abriu a porta apenas com um moletom branco comprido, sua cara estava meio amassada, provavelmente estava dormindo quando cheguei. Assim que entrei em casa, coloquei minha mochila no chão, ao lado do sofá.  Luhan pulou no meu colo entrelaçando suas pernas na minha cintura e me beijando com vontade. Ele puxava meus cabelos e ficava se esfregando em meu corpo enquanto sugava meus lábios e minha língua. - Pensei que quisesse conversar. – disse assim que separamos o beijo, um pouco sem ar. - Não se faz de inocente que eu sei muito bem que tu não queria conversar. Vamos pro meu quarto. – desceu do meu colo e foi me puxando para um corredor extenso onde entramos na última porta. Luhan me jogou na cama e começou a puxar meu moletom juntamente com as outras duas blusas que eu usava por baixo. Ele fazia tudo mordendo o lábio inferir de uma forma tão sensual que conseguia me deixar mais duro do que a forma como ele estava rebolando sobre mim. - Luhan e se seu irmão chegar? - Já disse que o Kris sabe... Bom, não exatamente sobre você, mas ele sabe que eu gosto de garotos. - Hmm... Tá bom. Ajudei-o a tirar as nossas roupas, quando completamente despidos o atirei sobre a cama novamente, ficando entre as suas pernas. Eu mordia e lambia seu pescoço o ouvindo gemer e se contorcer, friccionando nossos membros. Luhan era incrivelmente gostoso. Nesses momentos eu ficava loucamente confuso. Eu queria os dois, eu gostava da forma chula de Yifan falar e gostava da meiguice daquele Luhan corado que estava abaixo de mim. Eu tinha os dois, sabia que tinha... Mas os queria juntos, nós três. Fui descendo os beijos pela barriga de Luhan até chegar o seu m****o, que engoli com força e com vontade. Ele gemia, se contorcia e agarrava meus cabelos procurando conduzir tudo em um ritmo que lhe agrasse. Ele não conseguia falar palavras chulas sem corar, então ele apenas murmuravas coisas, na maioria das vezes em mandarim, e pressionava ainda mais minha cabeça contra seu pênis rijo e agora molhado pela saliva. Quando senti que estava bom passei a descer mais a minha língua, chegando aos seus testículos que suguei com vontade e depois sua entradinha, onde fiquei lambendo e às vezes entrando naquele buraquinho apertado. - Lu... Chupa aqui... – apontei para o meu m****o. Suas bochechas tomaram um novo tom de rosa e logo ele estava me chupando, deixando bem lubrificado para o que veria a seguir. Eu já não preparava mais Luhan fazia um tempo, mas eu não entrava a seco nele como Yifan fazia em mim. – Tá bom Lu... Não quero gozar. Ele se deitou na cama de novo, suas costas no colchão e as pernas bem abertas em minha direção. Ele me deixava louco, sua entrada pulsava em desespero chamando por mim. E eu queria me enterrar naquele local quente e apertado. Fui entrando devagar, soltando o ar aos poucos, me controlando para não gemer alto demais. Quando estava completamente dentro dele, esperei que ele se acostumasse com a sensação de ser invadido. Sabia que no início era desconfortável, mas depois era só o prazer da luxúria que se apossava por nossos corpos. - Hmm Hun... P-podee... - O quê? – disse dando beijos em seu pescoço, me mantendo parado, era tortura para nós dois, eu sei, mas queria que ele dissesse o quanto queria que eu o fodesse. - Ahn... Eu não... Vou dizer isso... - Tudo bem, então eu não faço nada. – continuei parado o olhando. O olhar durou trinta segundos até que ele começasse a se mexer querendo prazer. Segurei sua cintura com força impedido os movimentos. – Não pode, só vai ter o que quer se pedir... Não pode ser tão difícil dizer “me fode Hunnie... Fode gostoso...” – falei de uma maneira arrastada e sussurrada em seu ouvido. - Ahn... Err... Hunnie... Não consigo... – falou manhoso. - Tudo bem. - Mesmo? – sorriu. - Aham, a gente transa quando tu disser. – comecei a me retirei lentamente de seu interior. - Não Hunnie... Me fode... F-fode forte e gostoso como só você sabe fazer... Por favor... M-me come... Hunnieee... Hmm... Dei um sorrisinho de canto e o estoquei forte e fundo o ouvindo gemer alto. Apoiei-me com os cotovelos na cama e comecei a estoca-lo cada vez mais rápido. Ele se agarrava a mim e arranhava minhas costas enquanto gemia e afundava sua cabeça no travesseiro com suas costas formando um arco. O prazer era indescritível, o calor dos nossos corpos estavam misturados fazendo tudo parecer ainda mais quente. - Aaah... Hunnie... Mais fundo... Hmm... Forte. Me retirei de dentro dele e o virei na cama, deixando sua b***a bem empinada na minha direção, me afundei mais uma vez naquele buraquinho quente que eu tanto amava. Comecei a estocar de maneira frenética. Luhan gemia e agarrava os lençóis, empinava cada vez mais sua b***a, fazendo com que viesse de encontro ao meu m****o e tornasse tudo mais gostoso. Depois de algum tempo nossos corpos estavam orvalhados de suor pela intensidade do ato. Senti os espasmos em meu corpo e apertei a cintura de Luhan com força, o preenchendo com meu g**o. Continuei o estocando mais lentamente para prolongar o meu prazer e senti seu interior apertar o meu m****o e ele urrou de prazer ao gozar também. - Nossa! Essa foi a nossa melhor transa. – disse depois de recuperar o ar. - Pois é... Agora eu preciso de um banho, mas não sei se consigo andar. – ele disse agarrando ao meu corpo. - Tudo bem, eu levo você. O peguei no colo e levei para o banheiro do seu próprio quarto. ... Depois do banho eu fiquei me vestindo enquanto Luhan foi para a cozinha preparar algo pra nós comermos. Quando estava terminando de me vestir pude ouvir outra voz na casa, uma voz mais grossa... Deduzi ser do irmão de Luhan já que eles moravam só com a mãe. - Há quanto tempo está em casa Kris? - O suficiente pra te ouvir dizendo “mais fundo... Hmm... forte.” – ele deixou a voz mais fina para imitar Luhan e depois começou a rir do provável rosto corado de Luhan. - Aish... – ele disse se afastou. Sai do quarto e fui atrás de Luhan. Ao para na sala vi... Yifan? - Sehun... O que está fazendo aqui? - Err... - Vamos comer Hunnie. – Luhan apareceu antes que eu pudesse responder. - Era com o Sehun que estava transando Luhan? - Não Kris... Têm vários caras no meu quarto, o Sehun estava lá só olhando. – disse irônico e revirou os olhos. – O que isso te importa? Não, pera... Da onde se conhecem? Ele ficou nos olhando e nenhum de nós respondeu. - Vamos, estou esperando. - Trabalhamos juntos. – respondi. - Ah... – ele parou um tempo e seus olhos ficaram arregalados. – Por favor... Me diz que não é com o meu irmão que está transando. - É... Então... - Oh Sehun! - Eu não sabia que ele era seu irmão! - A maninho, vejamos pelo lado positivo... Está tudo em família... Podemos continuar transando sem medo. - Oi? – eu e Luhan falamos em uníssono. - É podemos continuar dividindo o Hunnie... Ou até... Fazer tudo juntos. - Kris... Eu não vou t*****r com você! - Ah maninho... Vamos relembrar os velhos tempos. – Kris, Yifan, já não sei mais, falou chegando mais perto de Luhan e o agarrando pela cintura. - Pera... Me perdi agora... QUE p***a VOCÊS ESTÃO FAZENDO? Sem me responder os dois se beijaram, tá COMO ASSIM DEUS? Eles são irmãos, isso não deveria ser nojento? E pera eles são meus pseudo-namorados, eu considero isso traição? Eles continuaram naquele beijo por um bom tempo, as mãos de Luhan entre os fios loiros de Kris, que estava com as mãos na b***a do baixinho, apertando com vontade o fazendo ficar na ponta dos pés. Quando eles finalmente pararam o beijo as bocas já estavam vermelhas e inchadas. Eu estava de braços cruzados e com a cara séria os olhando, esperando alguma explicação. - Então... Quem vai me explicar. - Bom, nossa mãe sempre viajou muito e sabe... Tem uma época da vida que a gente quer descobrir coisa e tudo mais, como estávamos sempre sozinhos e carentes... Fazíamos isso um com o outro. Mas eu parei quando comecei a sair com você Hunnie. – disse Luhan se agarrando a minha cintura. - Mas isso não é... Estranho? - Sei lá... Nunca nos importamos. – Kris deu de ombros. – Mas então... O que acham de fazermos aquilo juntos? - Eu topo! – disse Luhan todo animado. - Não sei... - Ah Hunnie... Se você não gostar deixamos escolher com quem quer ficar. O que acha? – Kris me abraçou por trás e começou a depositar beijos no meu pescoço, ele sabia que esse era meu ponto fraco, não é justo. - Tá, tá, tudo bem. Mas vamos comer primeiro. ... Durante todo o jantar Luhan e Kris ficavam trocando risinho. E eles passavam a mão pelas minhas pernas e ás vezes até pelo meu m****o, apertando o mesmo. Tenho que admitir que mesmo achando aquela situação muito estranha eu tava ficando muito e******o. ... Assim que voltamos ao quarto de Luhan o mesmo pulou no meu colo sugando meus lábios para si. Eu fui com ele até a cama onde me deitei com ele sem separar as bocas. Quando quebrei o beijo para poder respirar um pouco pude ver que Kris já estava sem roupa e masturbava seu m****o, mordendo o lábio inferior. Eu tirei a roupa de Luhan – que só usava uma blusa e a boxer – e depois tirei a minha. - Hoje vamos fazer diferente Hunnie... Você pode me chupar. – disse Kris. Eu engatinhei na cama até ficar na ponta da mesma, frente a frente com aquele pênis duro que eu tanto gostava. Abocanhei sem cerimonias fazendo movimentos rápidos com a boca e me agraciando com os gemidos roucos de Yifan. Senti Luhan lamber minha entrada e comei a gemer de encontro ao m****o de Kris. Ele puxava meus cabelos e empurrava ainda mais minha cabeça de encontro ao seu corpo. Luhan substituiu sua língua por dedos me deixando ainda mais louco de prazer, me segurei com forças nas coxas de Kris, arranhando com minhas unhas curtas e o engolindo com ainda mais fervor. - Se continuar assim eu vou gozar Sehuun... - Go... Zaaaah – Luhan me penetrou começando com estocadas rápidas e fundas. – Goza pra mim... Hmm Voltei na abocanhar o m****o de Yifan, meu corpo se chocava com o seu de forma frenética por conta das estocadas de Luhan, e não demorou para que eu sentisse o g**o de Yifan na minha garganta e escorrendo pelos cantos da minha boca. Antes que eu gozasse trocamos de posições. Fiz um meia nove com Luhan. Ele fixou com as costas no colchão e eu sobre seu corpo com a b***a na direção de Kris, que se masturbava para que seu m****o ganhasse vida novamente. Eu tentava me concentrar em chupar Luhan com vontade, mas a sua boca estava me enlouquecendo. E logo Kris começou a me penetrar fazendo com que eu engasgasse, ele deu uma estocada tão forte que o pênis de Luhan quase foi parar no meu estômago. Mas aquilo estava muito gostoso, mesmo eu achando que ficaria meio assado pela forma que Kris me penetrava. Luhan chupava com gosto, às vezes chupando meus testículos e as minhas coxas. Ele me fez gemer alto e arranhar suas coxas quando começou a passar a língua envolta do meu buraquinho que era violado pelo pênis de Kris. Ele me estocava de maneira frenética, encontrando minha próstata diversas vezes, eu não aguentei e finalmente gozei, melando a cara de Luhan com meu g**o. Eu estava exausto, meus joelhos doíam pela posição. Luhan saiu de baixo de mim e ficou a minha frente, para que eu pudesse chupa-lo melhor, Kris continuava me penetrando de forma afoita me fazendo escorregar nos lençóis e machucar um pouco meus joelhos. Os nosso gemidos preenchiam aquele quarto, junto com o cheiro de sexo e o calor de nossos corpos. Como se fosse combinado Kris e Luhan gozaram juntos, Luhan melando meu rostos e Kris as minhas costas. Eu caí exausto na cama, minha entrada se contraia pelos espasmos do prazer e a sensação de vazio. O g**o escorria das minhas costas para dentro das minhas nádegas, dando uma sensação de alivio ao lugar maltratado. - Você foi um ótimo garoto Hunnie. – Kris deu uma mordida na minha b***a. – Agora vamos tomar banho. - Não consigo me mexer. – minha voz saiu abafada por conta da minha bochecha prensada no colchão. - Tudo bem eu te levo. Kris me levou para o banheiro e me deu banho. Enquanto isso Luhan trocou os lençóis da cama e depois foi para o banho. Todos deitamos na cama exaustos, ainda nus, quase entrando no mundo dos sonhos. Eu tinha Luhan com a cabeça no meu peito e Kris me abraçando por trás. Devo admitir, isso é muito gostoso. Apesar de achar que vou mancar amanha, é bom sentir seu m****o encostando na minha b***a antes de dormir, eu gosto disso. ₢₢₢₢₢ - Bom dia amor. – disseram meus namorados em uníssono. – O que quer fazer hoje? - Olhar uns filmes. - Tá eu vou fazer a pipoca. – disse Luhan. Enquanto ele estava na cozinha é claro que Kris e eu não podemos nos controlar e ficamos trocando beijos quentes. E para que Luhan não sentisse ciúmes fiz o mesmo consigo quando voltou. E no fim o que era pra ser uma tarde de filmes se tornou outra tarde de sexo.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD