Capítulo 6

1365 Words
Por Victor Hoje tá um ótimo dia para matar Desde quando eu completei 17 anos, meu pai me ensinou à como viver nesse mundo, onde ou você mata, ou morre, só temos duas opções. Eu sempre coloquei em prática, mas sejamos francos, não mato inocentes, eu procuro fazer justiça com minhas próprias mãos, já que as leis nem sempre são cumpridas, para a elite na maioria das vezes, é subornada Termino de arrumar a gravata do meu terno Giorgio Armani slim preto, pego minha maleta, meu celular, as chaves e saio de casa Maitê: Bom dia gringo -Fala ao me ver, avaliando pela roupa, e pelo horário, acho que está indo ao trabalho São exatamente 13h46 Maitê: Aee, já tá de tarde, é por que tô atrasada, aonde vc vai afinal? Tá chik eeem - Ignoro ela falando e sigo em frente- Eii.. ham..depois que voltou da Itália só anda engravatado e de m*l humor Eu estou claramente sem tempo pra tentar entender o que se passa, entro no Táxi, cujo eu sofri pra pedir, mas deu certo Motorista: Boa tarde, aceita algo? - Pegou uma garrafa de água e um tipo de bala com uma mão me oferecendo Victor: Não muito obrigado Motorista: Ok - O resto da corrida foi em silêncio, e eu prefiro assim, me sinto zonzo quando falam demais e eu não entendo nada Chegando ao local, paguei ao motorista e entrei, era um condomínio de luxo em Jardim Xxxx: Victor Cassano - Fala assim que entro no restaurante do próprio condomínio Victor: Bruno Santiago - Aperto em sua mão Bruno: Sente-se - Me sento de frente ao mesmo - Quanto tempo não temos um reencontro como esse Victor: Eu fico muito feliz em fazer negócio Bruno: Precisamos primeiramente remover todo o ouro enterrado debaixo de uma construção Victor: Andei pesquisando, essa construção, se tornou uma clínica pediátrica Bruno: E como podemos remover, sem causar escândalo? Victor: Só há um jeito - Ele me encarou atento - Quando o senhor Gilbert Connor me procurou nos Estados Unidos, afim de esconder sua fortuna em um país aonde ninguém de sua família fosse desconfiar, que fosse longe mas ao mesmo tempo de fácil acesso, indiquei de primeira o Brasil por um motivo Bruno: Era mais improvável Victor :Não, aqui para fazer qualquer construção, não tem fiscalização do governo, desde que não seja algo grandioso. Juntei o útil ao agradável, pois tinha que ser uma construção menos chamativa o possível, além de ser de fácil acesso.... Bruno: Como funciona o sistema de liberação automático ao ouro? Victor: Fizemos uma sala de concreto e ferro subterrânea de 90 metros quadrados, construímos um edifício de mais ou menos 5 andares por cima dessa sala, e colocamos mais ou menos 150 mil barras de ouro de 12,4 Kg cada, o que vale a 587.760.000.000 dólares, há uma sala com o piso de madeira, que é coberto por um carpete, e no meio da sala há um tipo de fechadura de cofre, onde só abre com o reconhecimento facial da pessoa, uma vez aberta, quando se fecha, nunca mais ela se abre, inicialmente demos a ideia de ser uma clínica de reabilitação para manter o local fora de área suspeita, sempre em movimento, justamente pra ninguém sonhar que debaixo de uma simples clínica teria esse valor Bruno: Convertidos em Real Brasileiro quanto que dá? Victor: 2.859.452.400.000,00 Bruno: Como?? - Ele ficou pálido Victor: Dois Trilhões, oitossentos e cinquenta e nove bilhões,quatrossentos e cinquenta e dois milhões, e quatrocentos mil reais Bruno: Isso é um PIB de um país Victor: Basicamente, o cara era poderoso, que Deus o tenha Bruno: VOCÊ TA DIZENDO QUE AS GENTE TEM DOIS TRILHÕES DE REAIS EMBAIXO DE UMA CLÍNICA DE REABILITAÇÃO? Victor: Virou uma clínica pediatra Bruno: E VOCÊ FALA COM ESSA CALMA?? Victor: É Bruno: Eu tô passando m*l O que eu realmente preciso, é tirar todo o ouro em segurança debaixo da clínica.. Enquanto meu pai ainda estava vivo, dava facilmente para abrir com o reconhecimento facial dele, já que ele e o senhor Gilbert Connor eram parceiros...com a morte repentina de ambos, as autoridades vão querer mexer no prédio em qualquer hora, pois só foi possível essa construção, com um termo de liberação burocrático Ninguém, ninguém a não ser eu, o Luca e o Bruno sabe disso, temos que ser o mais discreto possível.. Saio do carro entrando em casa, mas antes mesmo de fechar a porta vejo a brasileira rebaixada, tentando carregar uma caixa maior que ela Misericórdia como gosta de comprar coisa..fui até a mesma Victor: Com essa caixa desse tamanho você vai precisar de ajuda Maitê: Aiin p***a - Largou a caixa no chão - Que susto Dei risada da cara que ela fez, fui até a caixa e carreguei a mesma para dentro da casa Maitê: Aí minha coluna, aaai, travei - Ela ficou agachada no chão, o que foi agora Victor: O que foi? Maitê: Aiai minha coluna - Francamente, esses brasileiros são uns frangos -Me ajuda aqui gringo, não fica aí parado - Ela reclamava com a mão na cintura ainda agachada Bruna: O que tá acontecendo? - Entra me encarando torto Maitê: Amigaa, minha coluna - A ota menina correu até ela Bruna: De novo? Maitê: Sim...Aiin...esse gringo fila da p**a nem pra me ajudar - Ainda bem q eu segui os conselhos do Luca, fiz umas aulas de português, pelo amor de Deus, é cada palavreado Bruna: Eu tenho certeza que ele finge que não entendeu só pra não te ajudar - Fala assim que coloca a rabaixada no sofá Maitê: Pior que ele ajudou Bruna: Afinal o que o gringo faz no Brasil de novo? Victor : como assim de novo? Maitê: Eu já sei, certeza que ele se deu m*l de novo na Itália e tá aqui fugido Victor: hum, vcs amam uma suposição - Falo andando pela casa observando as paredes Maitê: E tu é inquieto nee Bruna: Afinal o que tem na caixa ? Maitê: Aah, é meu novo nicho pro meu closet Bruna: Aah, eu comprei um mármore pro nosso balcão, chega semana que vem Maitê: Finalmente vamos ter uma mesa descente Bruna: Uma ilha na verdade Victor:O que seria isso - Pequei um objeto duvidoso em cima da bancada Bruna: Ah,isso - Falou desajeitada Maitê: Não pega nisso não - Falou tomando da minha mão Bruna: Enfim, por que vocês não marca um jantar? Victor: Já tenho compromisso Maitê: Uum..olha como ele é ocupado.. Victor: Como eu posso explicar Bruna: EU FALEIIII- Grita do quarto Maitê: Quem é vc na verdade? É um agente secreto? FBI? Tá envolvido em algum crime? É um mafioso? Por que tá no Brasil se nem sabe falar português? Você trabalha? Por que só anda de terno ? É advogado? Tem escritório? Você é empresário? - Falava se aproximando cada vez mais de mim Victor: Opa opa, calma docinho Maitê: Você realmente é alguém ? - Ela fez tanta pergunta, que embolou tudo, e quase eu n entendia Bruna: Então... conta o que cê veio fazer aqui- Chegou se sentando no sofá...me ferrei Victor: Ha um tempo atrás, visitei o Brazil com meu pai, achei tão lindo, que falei a ele que queria visitar mais vezes Maitê: Vc queria vim de novo Victor: Isto Maitê: E pq seu pai não veio? - Fiquei um pouco em silêncio Victor: Enfim eu não vim aqui passar férias, vim a trabalho Maitê: Então vc trabalha Victor: Na Itália sou advogado, e eu vim ajudar um amigo com um caso Maitê: Uum, eu sou apaixonada por advocacia criminal, queria ser detetive, ou perita criminal Victor: Peri o que? Maitê: Perito Criminal, que investiga crimes Victor: Aah cremes Maitê: não, cremes é de cabelo, crime é de cometer Victor: Eu sei - Sorri pra ela Maitê: Esquece, vc tem irmãos? Victor: Sim Maitê: Amigos? Victor: Sim, um deles está na Itália, e o outro eu acabei de encontrar Maitê: Entendi...pra onde vc vai esse fim de semana Victor: Resolver negócio Maitê: Em pleno fim de semana? - Dei de ombros - Quem trabalha nos fins de semana Victor: É um caso peculiar e delicado Maitê: Humm
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