— Eu aceito. O celebrante deu uma risadinha, junto com os convidados presentes. — Ainda não chegamos lá, Charlie. Preciso que você repita depois de mim — Ele respondeu. Ana tinha um sorrisinho no rosto enquanto eu repetia as palavras do celebrante. Ela foi a próxima, e eu esfreguei as costas das mãos dela com os polegares. Eu não estava preocupado, mas sabia que Ana era uma pessoa muito reservada. Estar na frente de tanta gente estava causando estresse nela. Eu faria qualquer coisa para manter a mente dela em mim, e não nas pessoas que estavam nos encarando. Elas viram parte do drama lá fora. Eu odiava que isso tivesse acontecido aqui, do lado de fora do local. No entanto, fiquei feliz por ter sido eu quem entregou pessoalmente a má notícia para ela, quer ela acreditasse em mim ou não.

