[Quarto de Eduarda....06:00 da manhã]
Acordo com o sol batendo nos meus olhos, me sento sobre a cama e olho pela janela enorme de vidro, o sol estava radiante como os outros dias que acordo nesse imenso quarto, e aquele vazio que sinto todos os dias no meu coração. Me espreguiço, levanto vou para o banheiro, escovo os dentes e tomo um banho rapidamente ,visto um short e uma blusinha e vou para cozinha começo a preparar o café da manhã.
Termino de organizar a mesa e vejo o gaiola aparecer pela porta da cozinha.
- Eai Eduarda. •diz ele se sentando sobre a mesa e já começando a preparar um pão com presento, queijo e manteiga•.
- Se diz bom dia e não eai. • me sento na cadeira tomando café.•
- A deixa de papo.• diz ele sorrindo comendo seu pão e tomando café.•
- Então Eduarda e se tu quiser desenrolar o bagulho da marmita se podia começar mais cedo pois vou ter que te deixar lá às 12:00 tendeu ?.
- Tá bom eu começo a fazer mais cedo, obrigada por avisar.
-Eduarda já reparei que tu e mó santinha neh, sem gírias mó na sua se pá o patrão gosta de você, gente boa tu. • Ele diz terminando de comer•
Aquelas palavras me deixou vermelha de vergonha, odeio ser tímida, apenas sorrio e volto a tomar meu café.
- Tô descendo para a boca vou desenrolar uns bagulho muito louco que tá tendo lá, fui!. • Diz ele pegando a chave da sua moto e seu celular e sai de casa.•
Passou um tempo já era 10:30 da manhã e comecei a fazer o almoço do perigo preparei purê, bife, fígado, arroz, feijão, coloquei a sala separada em outro potinho, fiz tmb lasanha e coloquei em um outro pote, fiz suco de maracujá natural ,gaiola disse que ele gosta então eu fiz.
Terminei de organizar tudo e coloquei em um sacola já era 11:30 então fui correndo para o quarto tomei um banho rapidamente vestir um short meio curto e um blusinha regata , ajeitei os cachinhos que não estava defino e desci para sala, chegando lá estava o gaiola me esperando.
- Vamos gaiola. Coloco o suco numa garrafinha térmica e a fecho colocando a mesma em uma outra sacola e pego as duas sacolas.
-Bora dona . Diz ele saído de casa, vou logo atrás dele.
Nós dois subindo na moto e fomos em direção ao presídio e para minha "pura sorte" a Marta estava passando na mesma rua que pegamos e me viu segurando na cintura do gaiola, ela fez uma cara feia como se fosse me matar, a mais eu não tenho culpa se eu não segurar nele é capaz deu cair e morrer. Não ligando muito para isso continuo segurando e seguimos nosso caminho.