[ Capítulo 03]

484 Words
[Quarto de Eduarda....06:00 da manhã] Acordo com o sol batendo nos meus olhos, me sento sobre a cama e olho pela janela enorme de vidro, o sol estava radiante como os outros dias que acordo nesse imenso quarto, e aquele vazio que sinto todos os dias no meu coração. Me espreguiço, levanto vou para o banheiro, escovo os dentes e tomo um banho rapidamente ,visto um short e uma blusinha e vou para cozinha começo a preparar o café da manhã. Termino de organizar a mesa e vejo o gaiola aparecer pela porta da cozinha. - Eai Eduarda. •diz ele se sentando sobre a mesa e já começando a preparar um pão com presento, queijo e manteiga•. - Se diz bom dia e não eai. • me sento na cadeira tomando café.• - A deixa de papo.• diz ele sorrindo comendo seu pão e tomando café.• - Então Eduarda e se tu quiser desenrolar o bagulho da marmita se podia começar mais cedo pois vou ter que te deixar lá às 12:00 tendeu ?. - Tá bom eu começo a fazer mais cedo, obrigada por avisar. -Eduarda já reparei que tu e mó santinha neh, sem gírias mó na sua se pá o patrão gosta de você, gente boa tu. • Ele diz terminando de comer• Aquelas palavras me deixou vermelha de vergonha, odeio ser tímida, apenas sorrio e volto a tomar meu café. - Tô descendo para a boca vou desenrolar uns bagulho muito louco que tá tendo lá, fui!. • Diz ele pegando a chave da sua moto e seu celular e sai de casa.• Passou um tempo já era 10:30 da manhã e comecei a fazer o almoço do perigo preparei purê, bife, fígado, arroz, feijão, coloquei a sala separada em outro potinho, fiz tmb lasanha e coloquei em um outro pote, fiz suco de maracujá natural ,gaiola disse que ele gosta então eu fiz. Terminei de organizar tudo e coloquei em um sacola já era 11:30 então fui correndo para o quarto tomei um banho rapidamente vestir um short meio curto e um blusinha regata , ajeitei os cachinhos que não estava defino e desci para sala, chegando lá estava o gaiola me esperando. - Vamos gaiola. Coloco o suco numa garrafinha térmica e a fecho colocando a mesma em uma outra sacola e pego as duas sacolas. -Bora dona . Diz ele saído de casa, vou logo atrás dele. Nós dois subindo na moto e fomos em direção ao presídio e para minha "pura sorte" a Marta estava passando na mesma rua que pegamos e me viu segurando na cintura do gaiola, ela fez uma cara feia como se fosse me matar, a mais eu não tenho culpa se eu não segurar nele é capaz deu cair e morrer. Não ligando muito para isso continuo segurando e seguimos nosso caminho.
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