Estamos paradas em frete a porta do quarto e meu coração está acelerado. Quero muito vê-lo, mas ao mesmo tempo, tenho medo do que vou ver. Sei que Guilherme nos disse que ele está bem, e que eu estava com ele quando veio para cá, mas eu não consigo me livrar do receio. Angel abre a porta e vagarosamente nos dirigimos para dentro do quarto, tentando ao minimo perturba-lo, mesmo que ele esteja dopado de mais para se importar. Assim que olho para ele, lágrimas silenciosas de alegria correm pelo meu rosto, ao vê-lo respirar sem ajuda de aparelhos. Ele está bem. Ando até a cama e o observo. Seu abdômen está enfaixado e seu braços tem alguns curativos, assim como seu rosto, mas apesar disso, ele está vivo. Sinto Angel me abraçando pelas costas e nós duas temos lágrimas nos olhos e um sor

