Mayla... De volta as ruas de Nova Iorque, caminhavamos tranquilidade por cada trecho necessário. Até o momento não havia nenhum sinal de perigo, tão pouco éramos alvo de olhares indiscretos. Ao fim, aquela era mesmo uma dedução válida, os novos trajes nos integrava a sociedade americana. Apesar do pouco sotaque, não nos viam como estrangeiros. Estávamos em segurança por enquanto, buscando apenas aquilo com a responsabilidade por nos trazer até aqui. Papai realmente não era alguém fácil de encontrar. Saber para onde iríamos não era do meu conhecimento, 47 tem se mantido em silêncio desde o seu comentário feito aimda dentro das paredes daquele quarto de hotel. Em minha visão, tudo o que fazíamos era andar aleatoriamente, não conseguia enxergar um objetivo nos passos traçados. Por mais qu

