47... Não possuía muita certeza sobre o que faria se estivesse em seu lugar, nem mesmo sabia se faria algo. Mas não podia deixar que ela saísse assim do nada, sem ter certeza do que se passava em sua mente. Ela ficaria exposta, correria um risco alto demais para se pagar. Aquela era mesmo a jogada correta, não havia mais nada para dizer que a fizesse me ouvir. Se estava no processo correto para organizar cada uma das memórias que lutavam por espaço em minha mente, mesmo diante a teimosia ela daria ouvidos a razão, daria ouvidos ao seu pai. Em silêncio e a passos calmos, a segui de volta ao apartamento do Aaron. Ele nos esperava de pé frente a poltrona que abrigava Mayla minuto atrás. Estava impaciente, caminhando a todo momento de um lado para o outro. Então respirou fundo ao puxar a f

