47... Perdida, era assim que me sentia em relação a tudo o que se referia a garota sob minha p******o. Mayla não era mais uma criança, ela não era mais aquela garotinha indefesa que se passava em minha memória. Ela havia se tornado uma bela jovem, uma menina mulher cheia de qualidades e segredos que nem mesmo possuí conhecimento. A cada minuto que passava ao seu lado, mais me convencia de que não seria capaz de cumprir com tudo o que me foi passado. Recuperando uma a uma as minhas lembranças atrás da minha graduação neste programa, entendia que não podia ir contra a minha própria natureza. Ao fim, até mesmo alguem como eu possuía prioridades distante do trabalho. Estava na hora de fazer como alguns colegas, estava na hora de me livrar desse peso, na hora de deixar a corporação x. Volt

