Mayla... Após aquele tempo presa em um sono profundo, quando me vi acordando estranhei o fato de estarmos sobrevoando os céus. Mas independente de entender ou não os motivos por trás deste ocorrido, não possuía alguém para me ceder as respostas necessárias, ela se encontrava adormecida, fazendo aquilo que era pedido pelo seu corpo e entregue pelo seu olhar desde o momento em que deixamos aquele galpão para que ela voltasse a ter alguma vantagem. Estava certa de que jamais ouviria vindo da parte dela, mas conseguir um bom descanso era tudo o que ser precisava. Não havia uma oportunidade melhor do que a atual, entendia isso tão bem quanto a própria. Por esse motivo, escolhi não fazer nada que fosse lhe tirar o sono, por isso o silêncio. Sua feição se encontrava calma, porém, o apertar de

