Ainda não havia chegado a um horário chave para o completo início do dia, o relógio marcava apenas três horas da manhã. Estava longe de ser o ponto ideal para se deixar o calor e conforto oferecido pela maciez do colchão da cama, ainda era cedo demais, possuía claridade e movimentação de menos. E ainda sim, ali estava eu, presa a sacada do quarto observando o nada apresentado do lado de fora sem conseguir dormir. Havia tentando, me deitei e fiz o possível para conseguir aderir o momento de descanso extenso. Sentia que meu corpo precisava disso, que minha mente precisava disso. No entanto, querer nem sempre é poder. Então não me vi capaz de realizar a vontade do meu querer para aquele momento, não consegui ficar presa a um sono profundo por muito tempo. Meus pensamentos não me permitiam na

