Coloquei minhas mãos dentro da camiseta de Pietro e comecei a tirá-la aos poucos. Sorri quando vi os pentelhos acima do seu umbigo irem aparecendo. Aquele dia no armário de vassouras, estava escuro e ele ficou de costas para mim, não vi muita coisa. Agora via algumas cicatrizes da infância pelo seu corpo, que todo mundo tem. Cheirei sua camiseta por um longo depois, quando ele já estava sem ela. “Pode pegar pra você, se quiser,” ele ofereceu sem tirar os olhos de mim. Ele gostava de me ver cheirando suas roupas? Decidindo se levaria a camiseta comigo ou não, comecei a abrir a calça dele, tirando o cinto primeiro, depois desci o zíper. Pietro estava completamente confortável comigo ali. Me perguntava quantas pessoas já tinham deixado ele pelado. Deixei a cueca no lugar, fiquei de joelhos

